Guns N’ Roses mostra resistência no Allianz Parque com show esgotado, mas peca pela repetição e excesso de covers na turnê de 2024 pelo Brasil.
Galeraaa, se segura porque o que rolou no Guns N’ Roses show São Paulo 2024 foi babado, gritaria e mais de 3 horas de puro rock and roll — com direito a altos e baixos, Axl trocando FANTASIA, e Slash fazendo solo como se não houvesse amanhã! Mas será que tanto tempo de palco valeu a pena ou foi só overdose de nostalgia?
Com casa cheia no Allianz Parque, no último sábado (25), a lendária banda trouxe pela quinta vez um espetáculo intenso para os paulistanos — o vigésimo show em solo brasileiro desde que se reuniu com a formação clássica em 2016. A expectativa, como sempre, era alta, e a galera foi sem pensar duas vezes nos ingressos show Guns N’ Roses São Paulo.
Só que… prepara o café! Porque foram mais de três horas de apresentação, um repertório Guns N’ Roses turnê atual que misturou clássicos, músicas esquecíveis e uma penca de covers. Haja lombar pra segurar esse show!
Guns N’ Roses faz São Paulo vibrar… e bocejar
Sim, a abertura com “Welcome to the Jungle” já pôs fogo na galera. “Sweet Child o’ Mine”, “November Rain”, “Civil War” e, claro, “Paradise City” incendiaram o Allianz no encerramento. Mas a verdade é que o set emburacou por becos meio esquecidos da discografia e desaguou em um mar de versões de outras bandas (que, francamente, ninguém pediu).
A setlist Guns N’ Roses 2024 teve seus momentos altos, mas a escolha por encher linguiça com faixas como “Slither” (cover de Velvet Revolver), “TV Eye” (dos Stooges), e “Live and Let Die” (Paul McCartney), além da chatinha “Absurd”, tirou energia da plateia. Afinal, em 2024, pra quê tanto cover, gente?
Aliás, cadê a icônica “Patience” na noite? Esquecida no churrasco!
Axl Rose surpreendeu — para o bem e para o mal
Olha, o tal do desempenho de Axl Rose ao vivo virou polêmica há tempos. Mas dessa vez, segura esse plot twist: Axl não deu vexame, não surtou, segurou as pontas e, pasmaaa!, parecia feliz em cena.
O microfone teve uns chiliques técnicos, a voz não alcançou certas notas como nos tempos áureos (normal, né?), mas ele compensou sendo carismático, brincalhão e trocando de figurino em ritmo de premiação do Grammy. Ponto pra ele!
Slash, o astro absoluto do palco
Se o show tem três horas, pode botar aí que meia é o Slash solando. O homem tocou como se estivesse duvidando da física — foi virtuoso, rasgando notas com alma de tweed e coração de distorção.
Slash solos de guitarra SP 2024 foram o ápice técnico da noite. Todo mundo hipnotizado! Até quem tava p da vida porque o metrô ia fechar ficou nos solos. A vibe foi de aula magna do hard rock!
Agora, temos que dizer: ele podia dar uma segurada nos solos infinitos que às vezes pareciam filler de show de jazz bar. Mas né, a estrela brilha e ninguém manda em Slash.
Com destaque para Duff e mudanças na bateria
Paulera no baixo? Chama o homem: Duff McKagan ao vivo 2024 segurou o ritmo com elegância e entrosamento total. Deu show à parte e ainda puxou os backing vocals com força!
Já na bateria, a novidade foi Isaac Carpenter, substituindo o veterano Frank Ferrer. E ó, o cara não fez feio — chegou dando groove e mostrando serviço do começo ao fim. A nova formação Guns N’ Roses 2024 parece promissora, pelo menos em termos técnicos.
Turnê nova, velhas perguntas
A turnê tem nome esquisito (“Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things”) e talvez seja um tapa na cara dos críticos por acusarem a banda de viver do passado. Mas vamos combinar: se tocar 3 horas com um monte de cover e músicas recicladas é o “que a gente ganha”, ficamos na dúvida se é isso mesmo que a gente quer, viu?
Mesmo assim, a lotação sold out prova: o show do Guns N’ Roses no Allianz Parque move multidões. Fãs antigos e novos querem ver, ouvir e viver essa vibe — mesmo que seja uma dose repetida de 2022.
E agora, pra onde vai o Guns?
A banda ainda segue no Brasil: se apresenta em Curitiba (28), Cuiabá (31) e fecha em Brasília (2). A turnê Guns N’ Roses 2024 Brasil ainda promete muitos solos, gritos, covers duvidosos e aquela emoção de estar em frente a uma lenda viva do rock.
Entre o revival dos anos 80 e a tentativa de mostrar fôlego em pleno 2024, o Guns N’ Roses prova que ainda sabe fazer barulho. Só precisava de uma ediçãozinha amiga no setlist, né, produção?
Resumo da ópera rock:
- Show lotado no Allianz: 50 mil pessoas vibrando, mas cansando.
- Axl melhor do que o esperado, embora longe do auge vocal.
- Slash impecável, mas exagerando nos solos.
- Setlist misturado: clássicos, músicas menores e uma overdose de covers.
- Nova formação com baterista trocado agradou.
O Guns N’ Roses show São Paulo 2024 foi um espetáculo nostálgico, exagerado e movido à paixão do público. Vale pela experiência, mas exige paciência e resistência física real oficial!
Você sabia que se você não compartilhar isso aqui com ao menos três amigos, a guitarra do Slash desafina misteriosamente em Curitiba e Axl cancela “Paradise City”? É sério, amor, não brinca com coisa sagrada não! Vai e espalha esse rockzão pela timeline porque a ciência (e esse blogueiro) garante!
