Despedida emocionante em Santa Tereza reúne fãs e músicos no tributo a Lô Borges, ícone do Clube da Esquina e da música brasileira.
Galeraaaa, vem cá que o babado é forte! A despedida de Lô Borges em Santa Tereza parou Belo Horizonte, levou multidão pras ruas e transformou o entroncamento das ruas Divinópolis e Paraisópolis num palco histórico. Teve fila de músicos, aplausos de arrepiar e uma reverência eterna a um dos maiores mestres da música popular brasileira.
Foi ali, no coração do bairro que viu nascer o lendário Clube da Esquina, que fãs e artistas se uniram pra cantar, chorar (muito!) e celebrar o legado de Lô Borges. Já passava das 18h quando o local virou altar, com flores, velas, projeção de fotos e uma faixa que dizia tudo: “Celebramos a vida e a arte de Lô Borges”.
Fila de músicos esperando a vez no microfone! É mole?
Olha, foi uma explosão de emoção. A homenagem teve de tudo: Julia Guedes, Gabriel Guedes, Makely Ka, Bárbara Barcellos… e muitos outros! A fila de artistas com instrumentos na mão era quase maior que a fila pra comprar ingresso no show do Coldplay, minha filha!
A galera começou tocando logo de cara “O Trem Azul”, seguida da apoteótica “Clube da Esquina Nº 2” e “Clube da Esquina” – que, olha, quase fez a rua inteira soluçar quando chegaram naquele trecho melancólico: “Neste clube, a gente sozinha se vê, pela última vez”. Socorro!
Santa Tereza virou palco de amor à música
Não faltou clássicos: “Tudo o que você podia ser”, “Nuvem Cigana”, “Paisagem da Janela”… Teve de tudo e mais um pouco. Quem cantava fazia isso abraçado no palco – era emoção, suor e lágrima num só microfone.
O irmão de Lô, Marilton Borges, foi ovacionado quando mandou ver em “Nenhum Mistério”, e Nico Borges recebeu abraços sem parar. Choro real! E o ícone Toninho Horta chegou às 21h30, sendo um dos momentos mais esperados da noite! Dupla histórica é pouco, minha gente!
Moradores também entraram no clima e abriram as portas
Numa cena digna de filme, teve até gente da vizinhança arrastando móveis pra fora pra curtir o show de camarote. E a BHTrans parou o trânsito por lá, porque o babado era forte mesmo. Eventos em Santa Tereza nunca mais serão os mesmos depois dessa noite mágica.
O fim de uma era: o adeus a Lô Borges
Lô Borges nos deixou no domingo à noite, vítima de falência múltipla de órgãos, após um quadro de intoxicação medicamentosa. Aos 72 anos, esse gênio da música parte, mas sua obra segue mais viva do que nunca!
Se você não lembra, Lô (Salomão Borges Filho, pra quem não sabe) foi coautor do álbum icônico “Clube da Esquina”, com Milton Nascimento. De lá saíram pérolas como “Cravo e Canela” e “Um Girassol da Cor do Seu Cabelo”. Influência de Lô Borges na música? IN-DIS-PEN-SÁ-VEL!
Quer se despedir também?
Se você tá em BH, corre que o velório será nesta terça-feira (4/11), das 9h às 15h, aberto ao público. É a chance de fazer parte dessa homenagem a artistas brasileiros que marcaram gerações inteiras.
Legado de Lô Borges seguirá eterno
A história da MPB não será contada sem “Lô” em destaque! A noite de despedida em Santa Tereza resumiu tudo o que ele representou e seguirá representando. Músico, compositor, referência… ídolo eterno.
Você piscou e perdeu esse tributo a Lô Borges? Então não perde o resto! De BH pro Brasil e pro mundo, o som que começou na esquina segue ecoando alto, firme e belo!
Resumo da novela toda: Santa Tereza chorou, cantou e brilhou pra dizer adeus a Lô Borges. O som do Clube da Esquina invadiu as ruas, os músicos tomaram conta do bairro e o Brasil inteiro parou pra sentir essa perda gigante.
Você sabia que se não partilhar isso com suas amigas que todas as nuvens ciganas vão desaparecer do céu brasileiro e entrar em greve poética por tempo indeterminado? Aí depois não reclama que o céu tá sem cor, hein! Vai, partilha esse babado agora e espalha essa vibe musical pela galáxiiiiaaa!
