Meta Descrição Otimizada: Reginaldo Faria volta ao cinema com os filhos em drama artesanal brasileiro, celebrando família, memória e atuação geracional.
Introdução
Reginaldo Faria volta ao cinema com os filhos em um projeto que agita o cinema brasileiro. Aos 88 anos, o veterano estrela um drama artesanal dirigido por Régis Faria, seu filho, com participação de Marcelo e Carlos André. O filme, ainda sem título definitivo no começo da produção, ganha corpo a partir da união da família e de uma visão geracional do cinema independente brasileiro. O set de filmagem parece uma casa, onde os relatos de família se transformam em narrativa emocional que promete atrair público do Festival do Rio 2025 até as salas de cinema.
Conteúdo
O projeto nasceu durante a pandemia, quando Régis levou a ideia de trabalhar com o pai para perto. Sem roteiro definido, a dupla optou por um filme feito no espírito da Cinema Independente Brasileira, mostrando que cinema feito em família ainda tem força no mercado atual. A produção envolve a Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), a ex‑parceira e colegas de talento, além de amigos da família, reforçando o clima de bastidores que tanto encanta o público.
“Perto do Sol é mais claro” apresenta Reginaldo como um engenheiro de 85 anos lidando com o luto pela mulher, enquanto tenta escrever o seu primeiro livro. A tela em preto e branco cria uma atmosfera de memória e resistência, evidenciando uma estética artesanal que valoriza a atuação de gerações mais velhas ao lado de jovens talentos.
Reginaldo atua, produz e compõe a trilha sonora, enquanto Régis assume a direção, fotografia e produção. Ao lado dele, os filhos aparecem de forma natural na construção da narrativa, com a participação da atriz Vannessa Gerbelli e das netas e sobrinhos, fortalecendo o conceito de cinema feito em família que move todo o projeto.
Essa interação entre pai e filhos é o que mais encanta o público: cenas que trazem o afeto real à superfície, criando momentos de verdade que só a convivência entre gerações pode oferecer. A presença dos jovens talentos na CAL reforça a ideia de continuidade e renovação do cinema brasileiro, sem perder o pulso emocional de um roteiro que mistura ficção e memória.
Além de Perto do Sol é mais claro, Reginaldo Faria aparece ainda em cartaz com a comédia Velhos Bandidos, ao lado de nomes de referência do cinema nacional. Entre gravações, entrevistas e planos para futuras produções, ele declara que não escolhe pausar a carreira por idade e que a criatividade continua a ser sua principal motor. O resultado é uma janela para o cinema artesanal brasileiro que se sustenta pela experiência e pela coragem de experimentar.
Os netos entram nessa equação como nova geração de Farias, trazendo Lorena (10), Vicente (8) e outras crianças envolvidas em testes e cenas. A ideia é manter a autenticidade do processo criativo sem perder a espontaneidade que marca a atuação infantil, garantindo que a produção tenha o equilíbrio entre o rigor técnico e a leveza das crianças em cena.
Conclusão
O retorno de Reginaldo Faria ao cinema com os filhos reforça o poder da colaboração entre gerações e o valor do cinema artesanal brasileiro. A combinação entre atuação, direção, música e produção mostra que a família pode transformar uma ideia simples em um filme que conversa com o público do Rio e de todo o Brasil, mantendo a vitalidade de uma carreira que atravessa décadas.
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