Oscar 2024: Brasileiros reagem à polêmica fala de Oliver Laxe

Brasileiros reagem após fala polêmica de Oliver Laxe sobre favoritismo no Oscar e atacam filme Sirat no Instagram: clima pesou e rendeu textão!

Galeeera, vem que tem! Tá sentado? Então oh, deixa eu te contar: a reação brasileira à fala polêmica de Oliver Laxe tá dando o que falar — e não é pouco! O diretor europeu de Sirat, longa que tá aí no corre pelo Oscar 2024, quis meter um deboche daqueles sobre o cinema nacional… e recebeu um paredão de textão em troca. A Internet brasileira, TÚ SABE, não perde uma! Quando Laxe insinuou que os brasileiros votariam até num sapato se ele fosse o indicado ao Oscar, o povo não deixou barato. Resultado? Sirat que lute pra sair vivo desse babado todo nas redes sociais. Cola aqui que eu te conto tudo tim-tim por tim-tim!

Durante uma entrevista no programa espanhol La Revuelta, Oliver Laxe tentou fazer graça — e falhou tragicamente. O cineasta soltou uma frase que fez o cinema brasileiro ferver: “Há muitos brasileiros na Academia e nós os adoramos, mas eles são ultranacionalistas. Acho que, se os brasileiros inscrevessem um sapato no Oscar, todos votariam nele.”

O clima azedou! A fala foi suficiente pra iniciar uma verdadeira tempestade de críticas no Instagram oficial do filme Sirat — já que Laxe, espertão, nem tem conta na rede. A revolta dos brasileiros foi tanta que o post virou mural de desabafo nacional!

Teve indignação, ironia e até meme! Gente invocando Carminha de Avenida Brasil, gente chamando o cineasta de colonizador e uma chuva de defesa ao cinema brasileiro. Um usuário mandou logo: “É lamentável e vergonhoso ver a postura de Oliver Laxe em relação ao cinema brasileiro… este é o comportamento típico de um colonizador que se acha superior.”

O que está rolando nos bastidores do Oscar 2024?

O alvo da confusão, Sirat, é o representante da Espanha no Oscar 2024 na categoria de Melhor Filme Internacional — a mesma que o Brasil não concorre este ano, vale lembrar. Com mais brasileiros votando na premiação e o Brasil engajado em ampliar sua presença na Academia, parece que Laxe se incomodou com esse crescimento e veio com aquele shade gratuito.

Mas a treta não terminou na entrevista não! Internautas ultra conectados afirmam que there’s more to the drama: dizem que essa “inveja disfarçada de crítica” rola porque o cinema brasileiro tem conquistado cada vez mais espaço mundialmente, levando prêmios importantíssimos e gerando comoção real internacional.

Respostas afiadas nos comentários: Brasil não brinca em serviço

No post oficial de Sirat no Instagram, os comentários viraram palco de stand-up indignado. Entre as pérolas:

  • “Obrigado, Lucinda. O que mais valorizo nessa vida é o conselho de uma mendiga.” – sim, teve até referência à Carminha aqui, Brasil sendo BRASIL.
  • “Reclame não, viemos ajudar teu filme dando engajamento à página. Os ‘ultranacionalistas’ são gente boníssima.”
  • “Se inscreve no Big Brother, Laxe, vai dar mais certo do que tentar Oscar.”

O ataque em massa mostra como a audiência brasileira é rápida na resposta, letrada nos memes e INFALÍVEL quando o assunto é defender seu conteúdo nacional. E vamos combinar: num mundo onde a briga não é só por estatueta, mas também por ESCUTA, engajamento e voz, essas reações dizem muito.

Cinema brasileiro não é brincadeira — é potência!

O comentário de Oliver Laxe não só reacendeu a discussão sobre o lugar do cinema brasileiro no mundo, como também expôs um ranço velado que alguns diretores europeus ainda guardam. A ideia de que brasileiros são “ultranacionalistas” por apoiarem suas próprias produções escancara falta de noção!

Filmes como Marte Um, Que Horas Ela Volta? e Bacurau provaram que o Brasil tem sim um dos cinemas mais criativos do mundo, falando de gente, de cultura e de política com uma potência que incomoda. E ó… se é pra incomodar colonizador, que incomode mais!

Sirat e os falsos holofotes

Em meio à tentativa de levantar Sirat ao estrelato com frases provocativas, o resultado foi o oposto: agora o filme é mais conhecido pelo Instagram lotado de comentário pistola do que por sua qualidade cinematográfica.

E olha que ironia: Oliver Laxe que queria “hitar” em Hollywood pode acabar lembrado como o cara que mexeu com o país errado. No fim das contas, a tentativa de neutralizar a presença brasileira na indústria do cinema só mostrou o contrário… que ela é FORTE, ATIVA e MUITO, MUITO BARULHENTA!

Conclusão

A reação brasileira à fala polêmica de Oliver Laxe foi um verdadeiro tapa de luva digital. Sirat talvez leve um Oscar? Pode ser. Mas ganhou um banho de engajamento não-solicitado graças à língua solta do próprio diretor. O episódio reforça que subestimar o Brasil no cinema — ou nas redes sociais — é pedir pra tomar fecho. Brasileiro não leva desaforo pra casa nem quando ele vem de red carpet europeu!

Você sabia que se não partilhar essa fofoca com pelo menos três pessoas o algoritmo do Instagram vai entender que você apoia diretores metidos a sabichões? Quero nem ver, hein! Partilha logo esse babado porque a treta é quente, é NACIONAL e é nossa!

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