Oruam mostra falhas na tornozeleira após prisão preventiva

Foragido, Oruam expõe supostas falhas na tornozeleira após ter prisão preventiva restabelecida. Veja os detalhes e o vídeo controverso!

Galeeeera, vem que tem! Tá sentado? Então oh, deixa eu te contar: o cantor Oruam tá no centro de mais um BABADO daqueles de levantar a sobrancelha! O rapaz postou um vídeo mostrando a tornozeleira eletrônica que, segundo ele, simplesmente não carrega direito. Isso no meio de um turbilhão judicial que envolve prisão preventiva, processos criminais e muuuita polêmica. Sim, tudo isso tem a ver com a tal tornozeleira eletrônica STJ e um histórico recheado de acusações pesadas. A palavra-chave aqui é: Oruam tornozeleira falhas prisão, e a história ainda tá longe de acabar.

Vídeo polêmico: tornozeleira não carregava, diz Oruam

Em uma tentativa de se justificar nas redes sociais, Oruam postou um vídeo datado de 8 de dezembro, onde mostra a tornozeleira eletrônica conectada na tomada, mas sem carregar a bateria.

O vídeo surge no mesmo período em que o STJ decidiu revogar o habeas corpus concedido anteriormente ao cantor. O motivo? Descarregamentos recorrentes da tornozeleira, especialmente nos fins de semana à noite. Segundo o ministro Joel Paciornik, a tornozeleira ficou inoperante por até dez horas em 28 ocasiões, tudo isso em um período de 43 dias!

STJ endurece decisão: “não é mera falha técnica”

O ministro não aceitou a alegação da defesa de que tudo não passava de “lapsos” do artista. Para ele, o comportamento revela total desprezo pelas decisões judiciais e representa uma ameaça concreta à ordem pública.

“Tal conduta compromete diretamente o controle estatal sobre a liberdade do acusado”, escreveu Joel Paciornik, justificando o restabelecimento da prisão preventiva do cantor Oruam.

Foragido e com paradeiro desconhecido

Diante da nova ordem de prisão, a Polícia Civil bateu na porta de Oruam e… surpresa: ele não estava em casa! Desde então, é considerado foragido. Ainda não se sabe seu paradeiro, e a polícia continua tentando localizá-lo.

Entenda o caso: de acusação em acusação

  • Tentativa de homicídio: Segundo o Ministério Público, Oruam assumiu o risco de matar policiais durante uma operação na madrugada de 22 de julho.
  • Incitação à violência: O rapper teria feito posts nas redes sociais desafiando e provocando policiais após a operação no Complexo da Penha.
  • Tráfico e associação: O cantor responde por tráfico de drogas e associação ao tráfico, além de resistência, ameaça e lesão corporal.
  • Disparo de arma de fogo: No final de janeiro, o MP ofereceu denúncia após ele supostamente disparar uma espingarda em plena festa, em Igaratá (SP), tudo filmadinho e postado na internet.

Defesa tenta justificar com sono e viagens agendadas

A defesa do rapper Oruam alegou que as falhas da tornozeleira aconteceram, na maioria, durante viagens previamente comunicadas às autoridades ou enquanto ele dormia.

Dos 28 episódios de falha, 13 ocorreram fora do período de recolhimento domiciliar. Mas isso não convenceu o ministro, que reforçou: colocar em risco o monitoramento eletrônico não é brincadeira.

Afastamento da liberdade não é pena, diz o STJ

De acordo com Joel Paciornik, a prisão preventiva não deve ser confundida com punição antecipada. Ela deve garantir que o andamento do processo criminal de Oruam ocorra sem interferências, preservando a seriedade das decisões judiciais e prevenindo novos riscos à sociedade.

Tornozeleira: responsabilidade e reincidência

Vale lembrar que o uso de monitoramento eletrônico exige um compromisso do acusado. A repetição no descarregamento do aparelho, como no caso de Oruam, levanta a suspeita de descumprimento das medidas cautelares e acende o alerta para possíveis tentativas de fuga.

Para os especialistas em direito penal, essa atitude não só afeta a eficiência do monitoramento, mas também coloca em cheque a credibilidade da Justiça.

Oruam e a batalha judicial sem fim

Não é de hoje que o nome de Oruam aparece envolvido em brigas com a Justiça. Desde as acusações mais graves como tentativa de homicídio, até as controvérsias com a tornozeleira eletrônica, o artista vive um verdadeiro inferno criminal.

E mesmo assim, tá lá postando vídeo, pedindo desculpas públicas e jurando que “não é bandido”. Mas o STJ parece não querer ouvir promessas e sim atitudes concretas que respeitem o sistema legal.

Conclusão

O caso Oruam tornozeleira falhas prisão é um retrato escancarado das consequências de se brincar com a Justiça no Brasil. O vídeo pode até tentar sensibilizar os fãs, mas não convenceu o STJ.

Com o habeas corpus revogado, ele agora é oficialmente considerado foragido da Justiça. Acusações graves como tráfico de drogas, disparo de arma de fogo e tentativas de homicídio também continuam rolando no currículo jurídico do cantor.

Call to Action

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