Lô Borges homenageado: Kiko Loureiro e Marty Friedman tocam “O Trem Azul” em BH

Lô Borges ganha versão rock de “O Trem Azul” com ex-integrantes do Megadeth no Brasil

Galeraaaaaa, segura essa que é PESADA! Tá sentadx? Porque a homenagem vem de guitarra na veia: Lô Borges homenagem Kiko Loureiro Marty Friedman foi oficializada em solo mineiro e com direito a distorção de respeito! Os ex-guitarristas do Megadeth resolveram prestar tributo ao renomado músico mineiro e fizeram a cidade de Belo Horizonte estremecer com uma versão de “O Trem Azul” que tá dando o que falar!

Sim! Kiko Loureiro e Marty Friedman, conhecidos pelas suas palhetadas furiosas no universo do thrash metal, se jogaram de cabeça no universo do Clube da Esquina. E tudo isso rolou em um vídeo liberado no Instagram de Kiko, mostrando um ensaio emocionante da dupla detonando a clássica faixa composta por Lô Borges e Ronaldo Bastos. Gente, que mistureba musical deliciosa!

O trem azul chegou… de guitarra!

Imagine só: dois ícones do rock mundial, um palco em Belo Horizonte e uma execução poderosa de um dos clássicos da música brasileira. Pois é, “O Trem Azul”, eternizada no disco “Clube da Esquina” (1972), agora também tem sua versão megametaleira pra chamar de sua!

“Lô Borges foi um dos compositores mais influentes e icônicos do Brasil”, declarou Kiko com emoção nas redes sociais. Ele ainda reforçou o impacto do álbum histórico que mistura rock e MPB, afirmando que é um dos mais importantes de todos os tempos.

Kiko explicou sua motivação: homenagear a cultura mineira no show que aconteceu dia 4 de junho, justamente em BH, terra natal de Lô. E claro, ninguém menos que o lendário Marty Friedman topou a ideia na hora. “Mostrei ‘O Trem Azul’ e a gente soube na hora que precisava tocar essa no show”, contou.

Clube da Esquina com tempero metal

O disco Clube da Esquina, que contou com a inesquecível parceria de Milton Nascimento e Lô Borges, marcou uma geração e foi pedra fundamental da música nacional nos anos 70. A faixa agora passa por uma transformação ousada, mas respeitosa, nas mãos de dois mestres da guitarra.

E não é só homenagem não, é inspiração real: “Recomendo vivamente ouvir este álbum de 1972 (o melhor ano!) e descobrir a música de Borges. Inspire-se!”, escreveu Kiko. Quem somos nós pra discordar, né?

Pra quem não lembra…

  • Marty Friedman: tocou no Megadeth entre 1990 e 2000, período em que a banda lançou obras lendárias tipo “Rust in Peace” e “Countdown to Extinction”.
  • Kiko Loureiro: entrou na banda em 2015 e ficou até 2023, participando de álbuns como “Dystopia” e “The Sick, The Dying… and the Dead!”. Além disso, Arrebentou nos anos 90 com o Angra, ein?

Ver dois ex-Megadeth abraçando de verdade a influência musical brasileira não é só emocionante, é poderoso. Mostra que a música boa rompe qualquer barreira linguística ou estilística, seja ela mineira, japonesa ou americana!

Ritmo quente no coração de Minas

O que rolou no show em Belo Horizonte foi puro sentimento. O público foi ao delírio quando reconheceu os acordes de “O Trem Azul”, repaginado com timbres distorcidos, mas ainda carregado da poética original que Lô Borges ajudou a eternizar. E ó: tudo respeitando as raízes e realçando o brilho da música brasileira.

Seja no Clube da Esquina, seja nos palcos do Megadeth, a essência é a mesma: tocar almas e ficar gravado na memória afetiva das pessoas. E convenhamos… essa fusão de mundos é tudo que a gente ama no universo musical, né?

Conclusão

Essa homenagem de Kiko Loureiro e Marty Friedman a Lô Borges não foi simples performance, foi uma reverência cheia de alma à história da música brasileira. “O Trem Azul” ganhou nova roupagem, sem perder a essência do Clube da Esquina, e conquistou o coração do público que viu rock e MPB se abraçando como velhos amigos.

Eles incorporaram a influência musical brasileira com respeito e estilo, elevando Lô Borges a um lugar merecidíssimo nos palcos globais da guitarra – ainda mais simbólico na cidade onde tudo começou: Belo Horizonte.

A mistura improvável virou encontro inesquecível. E se você ainda não viu esse ensaio ou show… a dica é: correee!

Call to Action

Você sabia que se não partilhar isso com suas amigas, a palheta do Kiko Loureiro vai perder a afinação no meio do solo e o Marty Friedman vai errar o tom no próximo riff? Tá achando que é brincadeira? NÃO É! Vai e partilha isso AGORA com a galera toda e salva a honra dos guitarristas e do Clube da Esquina! É pela MÚSICA! É pela PÁTRIA! É pelo rock e pela MPB, minha gente!

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