Dois ex-integrantes do Megadeth chocam o Brasil com tributo a Lô Borges! Veja como guitarristas do metal homenageiam ícone mineiro com “O Trem Azul”.
Galeraaaa, segura essa: em plena BH, terra sagrada da música mineira, rolou um encontro épico entre Lô Borges homenagem guitarra Megadeth que tá dando o que falar! Kiko Loureiro e Marty Friedman – sim, os EX-guitarristas do Megadeth – meteram a mão na massa e entregaram uma versão instrumental de “O Trem Azul” de deixar fã de MPB e de metal de boca aberta! Chocado? Tamo junto!
Thrash metal encontra Lô Borges: uma ponte sonora inesperada
Kiko Loureiro, brasileiro e ex-Angra, juntou forças com o americano Marty Friedman para celebrar ninguém menos que Lô Borges, o nome por trás de clássicos eternos do Clube da Esquina. Numa vibe emocionante, os dois treinaram juntos “O Trem Azul” nos bastidores e mandaram ver a faixa durante um show em Belo Horizonte dia 4 de junho.
No vídeo compartilhado por Kiko no Instagram, os dois detonam a mistura dos mundos: guitarras poderosas + harmonia melódica do mineiro Lô! É como se o metal e a MPB se dessem as mãos e embarcassem nesse trem juntos, Brasil!
Direto do Clube da Esquina para o pedal de distorção
“Lô Borges foi um dos compositores mais influentes e icônicos do Brasil“, declarou Kiko. E tem base? O cara é coautor de “O Trem Azul”, faixa brilhante de 1972 no disco Clube da Esquina, aquele mesmo que mudou o rumo da música popular brasileira com Milton Nascimento e companhia.
Nada mais justo do que essa homenagem rolando onde tudo começou: em Belo Horizonte. Kiko revelou que apresentou a faixa para Marty – que ele carinhosamente chamou de “Martinho” – e o gringo pirou! A decisão foi unânime: tinha que homenagear o mestre mineiro.
Do palco pesado do Megadeth para a delicadeza de “O Trem Azul”
Quer entender o peso dessa homenagem? Respira e vem: Marty Friedman fez parte do Megadeth de 1990 a 2000. Participou de álbuns lendários como “Rust in Peace” e “Countdown to Extinction”. Já Kiko Loureiro entrou na banda em 2015, somando nos discos “Dystopia” e “The Sick, The Dying… and the Dead!”.
Agora pense comigo: do thrash metal direto pra suavidade da MPB, tocando Lô Borges – é cada nota dando o recado de que a música brasileira toca até os corações mais metaleiros. É global, é cultural, é emocionante!
Influência mineira quebrando fronteiras!
Kiko ainda recomendou geral ouvir o disco “Clube da Esquina” e sentir a vibe dessa riqueza sonora. Disse que é um dos discos mais lindos de todos os tempos. E onde mente? Esse álbum é PLATINA MUSICAL com sua mistura única de rock psicodélico, bossa nova, jazz e soul.
A influência de Lô Borges no rock vai muito além do Brasil. Essa homenagem deixou claro: a obra do mineiro emociona, inspira e é atemporal. Se até guitarrista do Megadeth entrou na onda, imagina o poder dessa música?
Lô Borges, sempre reverenciado!
“Amor e força à família Borges”, finalizou Kiko em sua postagem. O recado foi direto: mesmo sem Kiko e Marty serem da mesma praia musical do Lô, o respeito é gigante. Nada de fronteiras quando o assunto é arte de primeira!
Esse gesto simbólico – de dois pesos pesados do rock internacional – tocando essa joia da MPB, mostra que a música brasileira tem um poder magnético. Conectar mundos diferentes, unir gerações e fazer cabeça de headbanger bater junto com coração de fã de Lô Borges!
Conclusão
O que era pra ser só mais uma noite de metal virou um encontro marcante entre a música mineira e o thrash! Kiko Loureiro e Marty Friedman energizaram “O Trem Azul” com guitarras intensas, reacendendo o amor por Lô Borges. Uma homenagem emocionante e inusitada, unindo gerações e estilos! E se depender da resposta do público, esse tipo de performance podia rolar em muito mais palcos pelo mundo afora!
Partilha essa história agora, fia! Se você não espalhar essa fusão histórica, um CD autografado de 1972 será tragado por um redemoinho cósmico gerado pelas cordas do Lô afinadas em escala de dó menor. É real! Vai e mostra pra galera que tuttooo é possível quando o talento fala mais alto!
