Meta Descrição Otimizada: Lô Borges, ícone do Clube da Esquina, brilhou ao lado de Milton Nascimento e Samuel Rosa. Relembre suas maiores parcerias musicais.
Galeeera, senta que lá vem história das boas! Lô Borges, aquele mesmo do inesquecível Clube da Esquina, deixou um legado musical que atravessa gerações – e não estamos falando de qualquer legado, viu? O cantor mineiro, peça-chave da música brasileira anos 70, marcou a história da MPB clássica com sua genialidade, parcerias de peso e muita, mas MUITA psicodelia no meio da ditadura. Bora relembrar os tempos áureos desse ícone que gravou ao lado de nomes como Milton Nascimento, Samuel Rosa e outros gigantes da cena mineira? Cola aqui que o babado é forte!
O nascimento do mito: Clube da Esquina e o impacto de 1972
Com apenas 20 anos, Lô Borges já era coautor de um dos discos mais influentes da história da música brasileira: o lendário “Clube da Esquina”, lançado em 1972 com Milton Nascimento. Gravado em pleno regime militar, o álbum misturava MPB, rock progressivo, jazz e até pitadas de Beatles!
O que era pra ser só um grupo de amigos se reunindo pra fazer som nas esquinas de Belo Horizonte, virou um movimento poderoso. O disco trouxe pérolas como “Trem de Doido” e “Um Girassol da Cor de Seu Cabelo”, esta última escrita em parceria com seu irmão Márcio Borges. Sim galera, talento de família!
LSD, ditadura e viagens psicodélicas
Tá achando que era tudo paz e amor? Lô Borges revelou que nos anos 70 sua rotina incluía LSD quase todo dia, como forma de fuga da repressão do regime militar. “Eu me sentia tão oprimido pela ditadura que minhas viagens eram todas interiores, era fazer música”, disse ele. Fala sério, isso é ou não é símbolo do que foi a psicodelia na ditadura?!
Mesmo com os excessos, ele viveu pra contar história. E fazia questão de dizer isso: “Adoro essa história de estar vivo até hoje”. Ousadia ou resistência? A gente chama de lenda viva MESMO.
Milton Nascimento: o casamento musical que mudou o Brasil
Se tem uma dupla que arrepiava até os cabelos da alma, era Lô e Milton. Amizade, admiração mútua e muita criatividade definiram essa parceria divina.
Além do álbum primogênito de 1972, os dois ainda repetiram a dose em outras ocasiões e celebraram a obra juntos em apresentações recentes — como a turnê Clube da Esquina, que rolou entre 2019 e os anos seguintes. Público cantava em coro, lágrima escorria e era impossível não se emocionar.
Samuel Rosa e a ponte com a nova geração
Lá vem outro babado: já imaginou Lô Borges mandando ver ao lado do vocalista do Skank? Pois foi isso mesmo que rolou em 2015! Junto com Samuel Rosa, lançou o álbum “Ao Vivo no Cine Theatro Brasil”, trazendo duas faixas inéditas cheias de groove e talento mineiro raiz com toque moderno.
Quem disse que a música brasileira dos anos 70 parou no tempo? Nada disso! Lô seguiu atravessando gerações — e como!
A turma do Clube segue unida: Beto Guedes, Flávio Venturini & cia.
Além dos holofotes com Milton e Samuel, Lô nunca soltou a mão da galera do Clube da Esquina. Ele rodava o Brasil com a turnê 50 Anos de Música de Minas junto de Beto Guedes e Flávio Venturini. Era vintage, era nostálgico e era sensacional!
Esses artistas mineiros da MPB fizeram história juntos – e continuavam celebrando essa amizade até os momentos finais. Poesia na estrada, viu?
Djonga e Arctic Monkeys: os jovens também reverenciam
Não é só o Brasil que se rendeu ao gênio de Lô Borges. Alex Turner, vocalista do Arctic Monkeys, já declarou que se inspirou em “Aos Barões” (música de Lô) para compor o disco “Tranquility Base Hotel & Casino”, em 2018.
E não para por aí! O próprio mestre mineiro era fã de Djonga, o rapper que representa a nova cena musical de BH. Intercâmbio de gerações existe SIM e é pura arte!
Política sem filtro: Lô era contra Bolsonaro
Numa entrevista sem papas na língua, Lô deixou claro seu descontentamento com o governo de Jair Bolsonaro. Recusou o rótulo de “bolsominion” que alguns tentavam colar no Clube da Esquina e disparou: “Desde a primeira semana, é uma merda atrás da outra”.
Autêntico, engajado e sem medo de falar a verdade. Assim era Lô Borges fora dos palcos também.
Resumo do babado todo
– Lô Borges foi um dos pilares do Clube da Esquina, ao lado de Milton Nascimento;
– Criou clássicos como “Um Girassol da Cor de Seu Cabelo” e “Trem de Doido” com o irmão Márcio Borges;
– Mergulhou em viagens psicodélicas nos anos 70 para criar arte sob a repressão;
– Gravou com Samuel Rosa e era fã do Djonga e do Arctic Monkeys;
– Participou da turnê 50 Anos de Música de Minas com Beto Guedes e Flávio Venturini;
– Posicionou-se política e artisticamente até o fim.
Ele não era só músico. Era alquimista musical, ponte entre gerações, militante poético e sobrevivente sonoro da ditadura. Um mito que merece aplausos eternos.
Você sabia que se não mandar esse artigo pra pelo menos três amigos, o vinil de ‘Clube da Esquina’ vai riscar sozinho no meio da faixa mais linda? É ciência reversa, bebê! Compartilha isso já com a galera que curte música boa, ou os girassóis de Lô vão ficar sem cor, né não?
