Lô Borges: A história por trás do tênis da capa icônica

Galeeera, vem que tem! Tá sentado? Então ouve essa: uma das capas mais simbólicas da música brasileira, o famoso Lô Borges tênis da capa, tem uma história que é puro suco de bastidores, controvérsia e MPB raiz! Se você é do time que viu o “disco do tênis Lô Borges” pipocar pelas redes sociais desde a partida do músico, essa matéria vai te deixar de queixo caído. E se acha que aquela foto foi só arte aleatória? Hahaha, segura que a história é muito mais do que um simples clique de tênis velho!

O início do mito: o tênis que virou disco

Em 1972, com apenas 20 aninhos, Lô Borges cravou seu nome na história lançando dois álbuns arrebatadores: o “Clube da Esquina”, junto com Milton Nascimento, e seu primeiro álbum solo, que ficou eternizado como o “disco do tênis”.

Mas por que esse apelido pegou? A capa do disco traz nada mais nada menos que um par de tênis surrado, clicado pelo artista e fotógrafo Cafi — o mesmo responsável pela capa icônica do Clube da Esquina, com os dois meninos que viraram ícones visuais da Tropicália materializada em Minas Gerais.

Liberdade, estrada e… fuga pra Bahia!

O tênis da capa de Lô Borges simbolizava tudo que ele queria naquele momento: liberdade. O próprio cantor revelou que estava esgotado após gravar dois LPs em sequência, e que não queria nem posar pra foto. A solução?

“O tênis que eu usava já transmitia o que eu sentia. Falei: ‘Bota essa foto aí. Me representa mais do que qualquer retrato. Representa minha vontade de cair na estrada'”, contou Lô a Charles Gavin, no Canal Brasil.

E ele caiu MESMO na estrada. Pegou o rumo de Arembepe, na Bahia, virou hippie, sumiu das turnês e deixou o “disco do tênis” ganhar fama por conta própria, alimentando os enigmas da história do disco do tênis.

De quem era afinal o tênis da capa?

Olha o plot twist! O sapato nem era dele originalmente, viu? Segundo Yé Borges, irmão do músico, o calçado já era usado e pertencia a um primo chamado Sérgio, de Brasília. Lô pegou o pisante emprestado da vida e, PLIM!, virou a imagem de um legado.

Mas segura o coração aí: se a pergunta é “onde está o tênis?”, a resposta é triste — ele não existe mais. Surrado em 1972, já era usado até antes do clique. Yé Borges afirma com todas as letras: não tem relíquia escondida em quadros de moldura dourada na casa dos músicos, não.

Lô Borges relutou, mas clicaram mesmo assim

Sabia que a única foto dele mesmo no encarte é ele sentadinho, mal-humorado na contracapa? Ele não queria saber de glamour. Estava na pilha de voltar pra casa, colocar o reggae na vitrola e curtir o cafuné de mãe em Belo Horizonte. Mas a capa do disco do tênis virou um ícone. Quem diria né, Brasil?

Turnê histórica: só 45 anos depois

Sim, o homem sumiu, mas não pra sempre. Em 2017, Lô Borges resolveu fazer as pazes com a estrada e saiu em turnê comemorativa dos 45 anos do “disco do tênis”. Agora segura esse timaço de palco que acompanhou a lenda:

  • Pablo Castro – guitarra, violão, piano e voz
  • Guilherme De Marco – violão e vocal
  • Dan Oliveira – diversas percussões e vocais
  • Alê Fonseca – nos teclados voadores
  • Paulim Sartori – baixo, bandolim e vocação alma gêmea do Clube
  • D’Artganan Oliveira – mestre dos tambores

O melhor: os arranjos originais foram recriados fielmente, numa verdadeira homenagem ao disco mais enigmático da discografia de Lô.

O que vem aí? Discos inéditos e puro ouro!

Achou que parava por aí? Não mesmo! Após a partida de Lô Borges, no último 2 de novembro, o que se descobriu foi uma bomba boa pros fãs: ele deixou quatro discos inéditos prontos. Dois já mixados. E segundo Yé Borges:

“Vai lançar SIM! Isso não pode dormir no HD, não. São obras-primas e têm que ser divididas com o mundo.”

Lô Borges: o legado que não se apaga

De um tênis usado à eternidade musical. O legado musical de Lô Borges é parte fundamental da história da MPB. Sua simplicidade, som experimental e letras cheias de emoção atravessam gerações.

Seja no estalo melódico de “Você Fica Melhor Assim” ou na angústia poética de “Fio da Navalha”, sua marca é inesquecível. E o que começou com um simples clique de um tênis velho ganhou o mundo em forma de música.

Conclusão:

O tênis da capa do Lô Borges pode ter sumido com o tempo, mas o impacto da imagem segue eterno. Da fuga báquica à Bahia até a turnê nostálgica 45 anos depois, o “disco do tênis” segue intrigando e emocionando. E com os discos inéditos Lô Borges vindo aí… segura esse coração mineiro!

O tempo passa, o tênis rasga, mas as canções continuam fresquinhas como pão de queijo recém-saído do forno!

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