Investimento de Ratinho em resort em Garuva agita o norte de Santa Catarina, reunindo natureza intocada, Mata Atlântica e logística estratégica. O projeto Mirante da Serra combina lazer, habitação e infraestrutura turística, anunciando dezenas de milhões de reais em valor de venda, com terrenos de 300 a 500 metros quadrados e uma área comum de lazer com trilhas, ciclovias e um hotel com vista para a serra. A presença do apresentador Ratinho, já conhecido por sua influência regional, adiciona visibilidade e peso político ao empreendimento, que promete atrair visitantes de Joinville, Itapoá e outras cidades da região.
O Mirante da Serra ocupa cerca de 375 mil metros quadrados em área estratégica. O projeto adota o conceito de resort residencial, com terrenos de 300 a 500 metros quadrados, com valores a partir de R$ 300 mil. Grande parte dos lotes tem acesso direto a uma prainha natural, formada por areias claras às margens do rio São João. A área comum soma aproximadamente 9 mil metros quadrados. O espaço inclui ciclovias, trilhas de caminhada e quadras poliesportivas. O projeto também prevê hotel e restaurante com vista 360 graus para a serra. As obras de terraplanagem e saneamento já começaram.
Diretor-executivo da urbanizadora ABecker, Anderson Becker avalia que a chegada de investidores de grande porte confirma a ascensão econômica local. Segundo ele, a atividade econômica de Garuva cresceu 528,9% na última década, com impulso do setor logístico. “O Mirante da Serra oferece a vantagem de estar em meio à natureza, mas ao lado do desenvolvimento”, afirma ele.
Natureza e logística impulsionam turismo e mercado imobiliário em Garuva. A combinação entre natureza preservada e localização estratégica amplia o interesse por Garuva, aponta a administração municipal. Turistas e investidores buscam áreas fora do eixo tradicional do litoral catarinense. “A combinação entre natureza e logística fortalece municípios fora do eixo tradicional do litoral. Em Garuva, a procura por essas áreas tem crescido para o turismo e para novos empreendimentos”, afirma o secretário da Inovação, Comunicação e Turismo de Garuva, Rafael Luz.
Pescadores deram a Garuva o título de “Pantanal do Sul”, após compararem as condições naturais da região às do Pantanal no Mato Grosso. O rio Palmital é o que mais atrai turistas em Garuva. O rio liga a cidade à Baía da Babitonga, no município vizinho de Itapoá, e sustenta parte da atividade turística local. A pesca esportiva tem ampla procura e o apelido de “Pantanal do Sul” nasceu da própria experiência de pescadores, segundo a secretaria de Inovação, Comunicação e Turismo do município. “Em 2007, conversei com alguns pescadores no Rio Palmital, que vieram do Rio Grande do Sul e da Argentina. Eles disseram que o rio oferecia condições semelhantes às do Pantanal para a pesca. O apelido ‘Pantanal do Sul’ surgiu a partir dessa comparação”, relata a chefe de turismo da secretaria, Christine Zwettler Teixeira.
O rio Palmital atrai praticantes de pesca esportiva embarcada, stand up paddle, canoagem e boia cross. Ao longo do percurso do rio, a ciclorrota Palmital soma 15 quilômetros. Há também a ciclorrota Vila da Glória, que alcança 58,2 quilômetros e inclui rios e cachoeiras. O projeto Mirante da Serra incentiva o turismo de natureza e o turismo de aventura, diversificando a oferta do norte catarinense.
Resort de luxo de Ratinho impulsiona o “Pantanal do Sul”. De acordo com a prefeitura, o rio Palmital é o que mais atrai turistas em Garuva. A pesca esportiva tem ampla procura e o apelido de “Pantanal do Sul” nasceu da própria experiência de pescadores, segundo a secretaria de Inovação, Comunicação e Turismo do município. “Em 2007, conversei com alguns pescadores no Rio Palmital, que vieram do Rio Grande do Sul e da Argentina. Eles disseram que o rio oferecia condições semelhantes às do Pantanal para a pesca. O apelido ‘Pantanal do Sul’ surgiu a partir dessa comparação”, relata a chefe de turismo da secretaria, Christine Zwettler Teixeira.
O rio Palmital atrai praticantes de pesca esportiva embarcada, stand up paddle, canoagem e boia cross. Ao longo do percurso do rio, a ciclorrota Palmital soma 15 quilômetros. Há também a ciclorrota Vila da Glória, que alcança 58,2 quilômetros e inclui rios e cachoeiras. O projeto Mirante da Serra incentiva o turismo de natureza e o turismo de aventura, diversificando a oferta do norte catarinense.
Impactos econômicos já começam a pipocar: o Sinduscon de Joinville aponta recordes de lançamentos e vendas na região norte de Santa Catarina em 2025, sinalizando aquecimento do mercado imobiliário com a chegada de grandes projetos como o Mirante da Serra. A prefeitura destaca que Garuva registra movimento turístico de cerca de 50 mil visitantes em 2025, fortalecendo a rota Serra do Mar e atraindo visitantes de cidades vizinhas.
Entretanto, o projeto não está livre de desafios. O licenciamento ambiental, a conservação da Mata Atlântica, a governança local e as parcerias público-privadas são pontos de atenção. Especialistas alertam para a necessidade de licenças, planos de manejo e compensações ambientais compatíveis com a área protegida. O secretário Rafael Luz reforça que a cidade quer equilibrar desenvolvimento com preservação, mantendo-se aberta a participação da comunidade e a fiscalização responsável.
Garuva aposta na integração regional para impulsionar o turismo sustentável no norte de Santa Catarina. A estratégia envolve não apenas o Mirante da Serra, mas também melhorias na infraestrutura de acesso, mobilidade e serviços. O objetivo é criar uma rota turística que conecte Garuva a Joinville, Itapoá e Guaratuba, fortalecendo o turismo na Serra do Quiriri e na Mata Atlântica, além de incentivar pequenas empresas locais a se conectarem ao fluxo de visitantes.
Conclusão: o Investimento de Ratinho em resort em Garuva simboliza uma pressão de mercado e o desejo de diversificar a economia regional. O sucesso dependerá de governança, licenciamento, sustentabilidade e participação da comunidade. O projeto pode fomentar empregos, infraestrutura e turismo, desde que haja equilíbrio com a preservação e diálogo com os moradores. Garuva pode se transformar em um polo turístico complementar ao litoral, desde que o desenvolvimento seja planejado de forma responsável e transparente.
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