Julia Lemmertz revive a última Helena de Manoel Carlos e fala sobre o fim de uma era das novelas brasileiras, marcadas pelo charme do Leblon e personagens icônicas.
Galeeera, vem que tem! Tá sentado? Então oh, deixa eu te contar: ninguém menos que Julia Lemmertz abriu o coração sobre ser a última Helena de Manoel Carlos! Sim, essa figura lendária da dramaturgia brasileira que praticamente eternizou o Leblon nas telinhas. Em uma entrevista recheada de nostalgia, emoção e crítica à nova era das novelas, Julia falou sobre sua relação com esse verdadeiro patrimônio da cultura pop brasileira, sua mãe Lilian Lemmertz (a primeira Helena!) e o que ela acha do futuro das novelas no Brasil. Tá curiosa? Segue o fio porque o babado tá fortíssimo!
Julia Lemmertz: herança de uma Helena original
Julia não é só a última Helena escrita por Manoel Carlos — ela carrega no sangue a essência do papel. Sua mãe, Lilian Lemmertz, foi a primeira a interpretar a personagem nos anos 1980. A atriz revela que testemunhou de perto a entrega da mãe àquela Helena icônica e descobriu pedaços dessa história guardados com carinho após a morte de Lilian. Olha o drama aí, Brasil!
Mais do que uma sucessora, Julia se sente parte de uma linhagem de personagens femininas marcantes que moldaram o romanticismo e a poesia da dramaturgia brasileira. E ela não tem medo de dizer: os novelões do Maneco não existem mais.
O último capítulo dessa Helena
Quando recebeu o convite para viver a última Helena, Julia ficou em choque e emocionada. Foi uma homenagem direta de Manoel Carlos à sua trajetória e à de sua mãe. A novela? Não fez o sucesso esperado. Mas, para ela, foi especial na medida do possível.
Apesar das críticas ao desempenho da trama, Julia lembra com carinho dos momentos iniciais com o autor e da construção dessa mulher intensa, apaixonada e cheia de conflitos — marca registrada de todas as Helenas.
“O Leblon do Maneco não existe mais”
Essa frase da Julia bateu forte, hein? Segundo ela, aquele Rio romântico de calçadinhas, cafés na esquina e encontros ao acaso criado nas novelas clássicas da Globo virou apenas uma doce lembrança. O charme está, sim, eternizado na tela, mas a cidade mudou — e muito!
Ela confessa que ainda está tentando entender essa nova cara do Rio, mas garante: o amor do Maneco pelo bairro foi contagiante. Aquela vibe de personagens femininas andando com salto pela praia? Patrimônio imaterial da TV!
O legado de Manoel Carlos
A entrevista de Julia é quase uma carta de amor ao autor. Ela lembra dos cafés na livraria Argumento, da sensibilidade única de Maneco, e de como ele marcou três gerações em sua família. Mãe, filha e até o pai, Lineu Dias, estiveram sob a escrita mágica do mestre dos novelões das 21h.
Segundo Julia, o romantismo das tramas Maneco ainda faz falta. Os personagens tinham substância, os romances eram de verdade e as reviravoltas, memoráveis. Tem gente que acha isso um “laxo”? Julia responde: “A gente precisa sonhar mais”.
Ela ainda assiste novelas? E o que acha do futuro?
Julia confessa, sem papas na língua: praticamente não vê mais novela. Só espiadinha pra ver os amigos! Ela anda cansada de histórias de vilões e violência gratuita. “A gente precisa de mais romantismo, mais esperança, mais saída para um mundo tão confuso”, desabafa.
O futuro das novelas? Ainda nebuloso. Julia aposta na reinvenção, talvez até em coisas malucas tipo novela ao vivo (epa!). Mas também torce por um novo autor que traga de volta o lirismo das tramas de Helena — mesmo que agora seja em outro bairro que não o Leblon…
Helenas pela cidade: mito ou realidade?
Você jura que já viu uma Helena pelas ruas? Pois Julia também! Para ela, Helena é um estado de espírito. Vera Fischer é um bom exemplo — “dentro dela tem uma Helena até hoje”, ela diz. Então sim, elas estão vivas por aí, mas como fantasmas elegantes da TV brasileira. Ai, que tudo!
Julia ativista? A nova cara da Helena!
Se Manoel Carlos ainda estivesse escrevendo, será que Julia viraria uma Helena ativista? Ela já protestou contra o corte das árvores no Jardim de Alah e levantou a voz contra o tal PL da Dosimetria. Não parece uma nova heroína novelística? Já queremos essa personagem!
Destaques recentes de Julia Lemmertz
- Cinema: “Nós, que nos queremos tão pouco”, filmado em Porto Alegre, onde divide papel com a filha, Luiza Lemmertz
- Séries: “No Ano Que Vem” (Canal Brasil) e “Justiça 2” (Globoplay)
- Teatro: Turnê com “Os Mambembes”, com Cláudia Abreu e Paulo Betti
Resumo rápido pros apressadinhos:
- Julia foi a última Helena de Manoel Carlos — papel que homenageou sua mãe, Lilian Lemmertz
- Ela acredita que as grandes novelas românticas sumiram do mapa
- O Leblon de Maneco? Virou lenda urbana
- Desiludida com a violência na TV, torce por novas histórias que inspirem
- E sim, ainda existem Helenas por aí. Você pode ser uma delas!
Conclusão:
Julia Lemmertz nos leva por uma viagem emocionante pela história das Helenas e revela sua decepção com os rumos das telenovelas atuais. Com saudade das tramas intensas e pausadas que marcaram época, ela reforça o legado de Manoel Carlos como algo insubstituível. Num mundo acelerado e cruel, será que ainda há espaço para romantismo e emoção nas nossas telas?
Você sabia que se não compartilhar esse conteúdo a última Helena vai aparecer cantando MPB na sua janela às 3 da manhã recitando Ibope em looping? Vai por mim, amiga, é melhor partilhar logo essa relíquia e garantir seu sono de princesa! Avisa no grupo que tá liberado surtar com essa fofoca cultural!
