Guns N’ Roses show São Paulo 2024: análise revela excessos, força e nostalgia

Meta Descrição Otimizada: Guns N’ Roses show São Paulo 2024 traz clássicos e energia, mas exagera na duração e repete fórmula. Veja análise completa!

Galeeera, vem que tem! Tá sentado? Então oh, deixa eu te contar: o Guns N’ Roses show São Paulo 2024 análise tá fervendo nas redes e a gente foi fuçar tudo pra te contar os babados! A noite de sábado, 25 de maio, marcou o maior dos exageros: um show com mais de 3 horas no Allianz Parque, completamente lotado com 50 mil pessoas! Foi sold out, foi gritaria, foi nostalgia… mas também teve muita gente saindo antes do fim com cara de “tá bom, né?”. O trio lendário Axl, Slash e Duff mostrou garra, mas será que entregou o que a galera queria MESMO?

O apetite segue… mas a digestão ficou pesada

O clima já era de euforia logo no início, com Welcome to the Jungle botando fogo no Allianz. O palco, o som, o visual da banda – tudo parecia promissor! Slash arrebatou os fãs com solos intensos, e Duff trouxe aquela energia segura de quem tá na estrada há décadas. Axl? Bom, apesar das críticas à sua voz nos últimos anos, dessa vez… ele segurou bem o tranco!

Maas calma que tem babado! A voz de Axl Rose estava mais contida, com microfone dando umas falhadas e umas notas que ficaram pelo caminho. Ainda assim, o cara não surtou, não bateu boca, e deu show de disposição (inclusive trocando figurino várias vezes, né mores? Fashion baby!).

Setlist misturando hit e… zzzzz

Vamos falar real? O Guns tem um repertório lendário – e entregou November Rain, Sweet Child o’ Mine, Yesterdays, Civil War e o hino máximo Paradise City no encerramento glorioso. Mas em 3h10 de show, nem só de clássico se vive!

Rolou espaço até demais pra faixas menores e alguns covers bem… discutíveis. Tipo Wichita Lineman ou Slither (da época de Velvet Revolver). Não era melhor focar no que os fãs realmente amam?

  • Clássicos que aqueceram corações: Welcome to the Jungle, November Rain, Sweet Child
  • Esquecidas com carinho: Patience, gente… cadê?
  • Faixas novas no cardápio: Hard Skool e Absurd não decepcionam
  • Momento “foi legal mas… pra quê?”: covers sem sal e sem açúcar

Pra completar, as homenagens com Sabbath Bloody Sabbath e Never Say Never até emocionaram. Foi bonito sim! Mas não apagaram o gosto de repeteco de outras turnês. Afinal, já é a quinta vez em menos de 10 anos que o Guns toca no mesmo Allianz Parque.

Isaac Carpenter: o novo rosto na bateria

Com a saída do baterista Frank Ferrer, quem assumiu as baquetas foi o recém-chegado Isaac Carpenter. E olha, até que mandou muito bem! Mostrou sintonia com Duff e não comprometeu o groove da banda. Mas será que esse novo sangue vai trazer frescor pro grupo?

A verdade? A formação clássica continua sendo o grande atrativo, mas falta ousadia. Ninguém espera um novo álbum revolucionário, mas um pouco mais de renovação no palco e no roteiro do show cairia MUITO bem.

O problema é o mesmo: EXCESSO

Pensa comigo: 3 horas e 10 minutos de show… quando a banda tem só CINCO álbuns em quase 40 anos (e um deles é o polêmico Chinese Democracy)? A conta não fecha, bebê!

Claro, os fãs devotos gritaram, choraram, vibraram. Mas teve também quem bocejasse entre uma faixa desconhecida e outra. Teve quem foi dar uma volta no snack bar durante as versões de Knockin’ on Heaven’s Door e Live and Let Die.

Sensação da noite? Guns N’ Roses ainda emociona, mas precisa cortar gordura do setlist e sair da zona de conforto. Ou então, corre o risco de virar “mais do mesmo” no palco. E ninguém quer isso, né meu povo?

Próximas paradas da turnê no Brasil

Pra quem perdeu (ou quer a parte dois da emoção), segura o itinerário:

  • Curitiba: 28 de outubro
  • Cuiabá: 31 de outubro
  • Brasília: 3 de novembro

Todos os shows fazem parte da turnê “Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things” – e olha, o nome já entrega tudo, né? O público quer novidade e emoção, mas o que recebe é um super replay com solos incríveis, sim, mas cansativos quando se tornam longos demais.

Conclusão

O Guns N’ Roses Brasil 2024 mostra que a lenda ainda pulsa com força nos palcos, principalmente nas mãos de Slash e Duff. Com o reforço de Isaac Carpenter na bateria e um Axl mais estável (ufa!), os shows seguem sendo potentes. No entanto, a mesmice do setlist Guns N’ Roses São Paulo, a duração do show exagerada e alguns covers “por obrigação” enfraquecem o impacto.

A banda deveria ousar mais, cortar gordura do repertório e focar no que realmente emociona. Ainda há tempo de ajustar antes do fim da turnê. Fica a dica, Axl!

Não vai nem partilhar? É sério isso? Vamos combinar: se você chegou até aqui é porque curte um bom babado rock n’ roll! Agora dá uma força pra galera e compartilha com TU-DO que tem direito, porque dizem por aí que se você não espalhar essa fofoca, a voz de Axl vai sumir de vez no próximo show! Não quer carregar esse peso na consciência, né bebê? Vai lá e bota pra rodar esse GUNS BABADO!

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