Meta Descrição Otimizada: Show do Guns N’ Roses em São Paulo mistura fôlego e nostalgia, mas exagera em covers e duração interminável. Saiba tudo o que rolou!
Galeeera, vem que tem! Tão preparados? Porque o Guns N’ Roses show em São Paulo virou o babado do fim de semana! A banda liderada por Axl Rose e os ícones Slash e Duff McKagan desceu em SP com muita energia e riffs clássicos no Allianz Parque. Mas oh… nem tudo são rosas nesse jardim do rock. Em mais de 3 horas de show, rolou de tudo: nostalgia, covers aleatórios e aquela sensação de “será que precisava tanto?”. Bora destrinchar essa noite cheia de altos, baixos e muita, mas MUITA guitarra!
Mais um clássico no Allianz Parque (mas com replay de roteiro)
No último sábado, 25 de outubro, os veteranos do rock voltaram ao Allianz Parque com tudo. Já são CINCO shows nesse palco em nove anos — e esse foi o vigésimo no Brasil desde o reunion de 2016. O estádio recebeu cerca de 50 mil fãs ensandecidos que vibraram com o retorno da turnê “Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things”. O nome já denuncia, né? Aquela cutucada marota nos críticos que dizem que o show do Guns em SP virou mesmice nas turnês brasileiras.
Mas mesmo com a casa cheia e um line-up pesadíssimo, a apresentação de mais de três horas acabou gerando uma certa exaustão. O Guns até mostrou energia e sintonia melhores que nas passagens por aqui em 2022, mas exagerou no tempo e caiu na monotonia.
Um setlist que mistura hits, surpresas e… muitos covers?
O setlist Guns N’ Roses Allianz Parque trouxe os clássicos obrigatórios: “Welcome to the Jungle”, “November Rain”, “Sweet Child o’ Mine” e “Civil War”. Tudo lindo, maravilhoso! Só que no meio desse repertório teve de tudo: músicas recentes meio esquecíveis como “Hard Skool” e “Absurd”, e uma overdose de covers que causaram mais bocejos que empolgação.
- “Live and Let Die”? Sim, veio no giro de sempre.
- “Knockin’ on Heaven’s Door”? Claro que sim.
- “Wichita Lineman”? Oi? Por quê?
Fã raiz até curte umas homenagens sonoras, mas cá entre nós, galera: cobrir música dos outros em vez de mostrar mais conteúdo autoral só confirma que falta novidade nos últimos anos da banda.
Axl Rose ao vivo: carisma sim, voz… quase
Tá sentado? Então segura essa: Axl Rose ao vivo surpreendeu! Sim, o ícone apareceu menos irritado, comunicativo e mandou bem dentro do possível no gogó. Teve umas desafinadas marcadas, problemas com o microfone, mas a entrega foi real. Ele correu, interagiu e teve seus momentos de brilho ao lado da mega estrutura da turnê.
Slash e Duff salvam nos solos e compasso
Se tem alguém que nunca decepciona é o guitarrista mais famoso da cartola: Slash solo ao vivo é aquele momento para tirar o celular e filmar com lágrimas nos olhos. O cara despejou habilidade nos riffs e manteve a chama acesa de um verdadeiro guitar hero.
Duff McKagan manteve o clima garageiro com sua pegada no baixo e uma vibe ótima no palco. E pausa para o novo baterista: Isaac Carpenter chegou agora, mas mostrou sintonia total com a turma. Ah, e anotem aí: Frank Ferrer sai da bateria em 2024! Mais uma era chegando ao fim…
Assunto que rende: o show precisava mesmo durar mais de três horas?
Vamos combinar? Show de hard rock com mais de 3 horas e 10 minutos é PEDREIRA. Ainda mais quando boa parte do tempo é gasta com jams instrumentais e versões que parecem improvisadas demais. O público ama ter mais por menos, mas nesse caso, o excesso virou vilão. Um roteiro mais enxuto teria feito toda a diferença.
Inclusive, a música “Patience” — um hino da fase tranquila da banda — ficou de fora. E isso não passou despercebido…
Turnê Guns N’ Roses 2023: onde ainda rola esse espetáculo?
Se você perdeu o Guns N’ Roses show em São Paulo, ainda dá tempo! A turnê passa por:
- Curitiba – 28 de outubro
- Cuiabá – 31 de outubro
- Brasília – 2 de novembro (última parada)
Então, se quer sentir de perto a experiência Guns N’ Roses ao vivo, corre porque a vibe elétrica continua forte — mesmo com alguns tropeços ao longo do caminho.
Resumo do babado, bem rapidinho:
- Guns N’ Roses Brasil teve público fiel e casa cheia em São Paulo
- Show longo demais com duração de 3h10! Exagero?
- Setlist poderoso, mas com muitos covers e momentos arrastados
- Desempenho Axl Rose Brasil: melhor do que em 2022, com energia e menos desafines
- Slash destruiu nos solos e Duff botou a galera pra pular
- Comparação shows Guns Brasil mostra que a fórmula já cansa um pouco
Call to Action
Agora, me diz: tu vai ler isso tudo e não vai nem compartilhar com teu grupo de rockeiros no zap? Ó, estudos comprovam que se você não espalhar esse babado na internet até o pôr do sol de hoje, 17 guitarras vão desafinar misteriosamente no próximo solo de “Sweet Child o’ Mine”. É a maldição do riff eterno! Então, clica aí e manda geral esse resumo do showzão que abalou o Allianz! Vai que o Slash te nota no Insta, né?
