Glória Pires e Orlando Morais disputa de fazenda em Goiás

Glória Pires e Orlando Morais disputam fazenda em Goiás: desdobramentos legais, georreferenciamento irregular e decisão judicial recente.

Glória Pires e Orlando Morais disputa de fazenda em Goiás ganhou novos capítulos, segundo apurações de fontes ligadas ao Tribunal de Justiça. O caso envolve uma fazenda em Anápolis e acusações de invasão de terras, com um pedido de indenização de R$ 200 mil. As informações destacam também a participação de uma holding ligada aos artistas, gerando curiosidade sobre a relação entre o patrimônio pessoal e empresarial do casal.

Segundo o colunista Daniel Nascimento, Afrânio Vilela moveu a ação contra a SV Anápolis Agropecuária, alegando invasão de terras e pedindo indenização de 200 mil reais. Nos autos, aparece a holding Boizinho Feliz Agropecuária e Participações, ligada ao núcleo empresarial relacionado aos artistas, mantendo a ideia de vínculos entre o casal e o grupo.

De acordo com as informações, o georreferenciamento foi apontado como irregular por Afrânio, que sustenta que o procedimento teve base em informações incorretas e resultou no registro da fazenda em disputa. O autor afirma que houve avanço indevido sobre propriedades e benfeitorias, com consequências para a propriedade.

Em março de 2026, o Tribunal de Justiça de Goiás determinou a remessa do processo para a Justiça Federal, entendendo que a discussão envolve um ato administrativo vinculado ao INCRA, responsável pela certificação de imóveis rurais. A defesa de Glória Pires e Orlando Morais celebrou essa decisão como vitória processual para o casal.

Os advogados do casal negam as irregularidades, afirmam que não houve fraude nem confusão patrimonial e destacam que a controvérsia envolve questões empresariais e registrais, não crimes. Já Afrânio mantém as acusações e aponta prejuízos decorrentes do registro contestado, mantendo o caso sob análise civil.

Em resumo, o caso envolve georreferenciamento, a relação entre a holding familiar e as figuras públicas, e o papel da Justiça Federal na avaliação de atos administrativos ligados ao INCRA. Mesmo com a decisão sobre a competência, o processo segue em tramitação e sem desfecho definitivo.

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