Feira Dead Rabbit de Quadrinhos apoio local impulsiona arte

Feira Dead Rabbit de Quadrinhos invade Brasília de novo: livrarias, sebos e artistas independentes celebram HQs no Espaço Cultural Renato Russo.

Prepare-se, galera: a Feira Dead Rabbit de Quadrinhos volta a agitar Brasília neste final de semana. Criada para suprir a ausência de eventos de gibis, a edição mais recente promete reunir livrarias, sebos e artistas independentes no Espaço Cultural Renato Russo, das 11h às 20h. A entrada é gratuita e livre.

Entre os participantes, estão quadrinistas, ilustradores e lojas que comercializam desde gibis antigos até lançamentos recentes. A programação inclui a doação e troca de quadrinhos, além de premiações para quem participar ativamente. O público terá a oportunidade de conhecer novos artistas, além de revisitar títulos clássicos, tudo em um clima divertido e descontraído.

A feira reúne também itens derivados da cultura geek — tecnologia, moda, jogos e curiosidades, todos conectados pelo amor aos gibis. Com espaço para as livrarias independentes, sebos e pontos de venda de HQ, o evento foca na circulação de publicações nacionais e uma rede de apoio aos criadores locais.

  • Participantes: livrarias, sebos e lojas de HQ de diferentes regiões.
  • Atrações: Cineclube Dead Rabbit com filmes baseados em quadrinhos e um painel no Teatro Galpão.
  • Horário e local: hoje, das 11h às 20h, no Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul).

Ricardo Diniz, quadrinista e produtor da feira, destaca que a cada edição a ideia é misturar veteranos e novos talentos, sempre priorizando quem trabalha com quadrinhos. “Eventos como esse reforçam a importância da leitura e reavivam a popularidade dos gibis. É também uma oportunidade para o público conhecer melhor os artistas locais e apoiar a produção independente”, afirmou.

A edição ainda terá a presença do cartunista paulistano Fernando Gonsales, criador do Níquel Náusea, publicado na Folha de S.Paulo desde 1985. Para Gonsales, o mercado de quadrinhos no Brasil segue desafiador, mas já foi bem pior. “Tem muita gente boa fazendo coisas incríveis. Publicar de forma independente ficou mais fácil com a internet, e agora dá para acompanhar melhor. Mas cada um precisa se virar”, disse ele, concisamente, entre risos e bursts de insights.

Segundo Gonsales, a produção de HQs é um trabalho de paciência: “gota a gota” é a ideia, o que vem do dia a dia, mistura de observação com ciência e humor. O cartunista também revelou que inspira-se no universo animal para suas histórias, uma base que ele utiliza para explorar a humanidade de forma lúdica e crítica.

Hoje, a 5ª Feira Dead Rabbit de Quadrinhos acontece no Espaço Cultural Renato Russo, das 11h às 20h. Entrada gratuita. Classificação indicativa livre.

Conclusão: A Feira Dead Rabbit de Quadrinhos consolidou-se como encontro essencial entre criadores e leitores, valorizando a cena independente e a cultura local. Com atividades para fãs de HQs e cinema baseado em quadrinhos, ela reforça a leitura e a troca entre público e artistas.

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