Execução fiscal de IPTU no Rio: Drummond quita dívida

Execução fiscal de IPTU no Rio de Janeiro: Isabelle Drummond quitou a dívida, mas o nome ainda aparece negativado. Confira os detalhes.

Você já ouviu falar na Execução fiscal de IPTU no Rio de Janeiro envolvendo Isabelle Drummond? Pois é, a atriz saiu de um débito de 46.590,51 reais que incluía IPTU e a Taxa de Coleta de Lixo. Apesar de ter quitado a dívida, o CPF ainda figura com restrições, gerando curiosidade entre fãs e contribuintes. Vamos explicar o que aconteceu, como o parcelamento mudou o rumo do caso e o que resta para a artista limpar de vez o nome.

O processo envolve débitos referentes aos anos de 2021, 2023 e 2024, vinculados a uma sala comercial na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. A cobrança foi promovida pelo Município, que moveu a execução fiscal de IPTU no Rio de Janeiro para cobrar o crédito tributário e a TCDL correspondente.

  • 2021: R$ 15.004,26
  • 2023: R$ 18.120,59
  • 2024: R$ 13.465,66

Em fevereiro de 2026, a execução foi suspensa após a formalização de um parcelamento do débito. O juízo determinou a suspensão do processo até a quitação, com previsão de extinção após a confirmação do pagamento pelo Município.

Segundo a defesa, o pagamento no valor de R$ 56.035,77 foi realizado em 20 de março de 2026, por meio de PIX, dentro do prazo previsto na guia emitida pela Prefeitura do Rio de Janeiro. A diferença entre o valor inicial e o quitado reflete juros, multa e correção monetária previstos na legislação tributária, além da atualização do débito ao longo do tempo.

Com o pagamento, a defesa solicitou a extinção do processo e a retirada de eventuais restrições vinculadas ao CPF da atriz, incluindo registros em dívida ativa, cadastros de inadimplência e apontamentos em cartório. No entanto, o advogado também informou que o nome da artista continua negativado no Serasa, o que a defesa entende não condiz com a quitação integral.

A assessoria de Isabelle Drummond divulgou uma nota oficial afirmando que o débito decorreu da inadimplência do inquilino, circunstância da qual a atriz não tinha conhecimento até a divulgação do caso. Assim que tomou ciência, foram adotadas todas as medidas para a quitação e regularização. A nota ainda ressalta que a divulgação sem contexto pode causar interpretações equivocadas e prejudicar a imagem da artista.

O episódio reacende debates sobre a transparência na cobrança de tributos municipais e a agilidade na retirada de restrições cadastrais após a quitação, além de colocar em evidência questões de responsabilidade fiscal da prefeitura RJ e a necessidade de clareza para contribuintes envolvidos em situações com terceiros.

Conclusão

Em resumo, houve uma Execução fiscal de IPTU no Rio de Janeiro envolvendo débitos de 2021, 2023 e 2024 que foram quitados, mas com a suspensão do processo até confirmação formal de quitação. As restrições cadastrais persistem segundo a defesa, embora haja expectativa de que sejam removidas após a devida confirmação administrativa.

O caso serve como alerta sobre a importância de uma comunicação clara entre prefeitura e contribuintes, para evitar que quitações sejam acompanhadas de bloqueios indevidos no cadastro. A novela também evidencia a necessidade de procedimentos mais ágeis para retirar restrições após a conclusão da dívida.

Se você curtiu o desfecho e quer ficar por dentro de novas revelações desse bafão, comenta aqui o que mais te surpreendeu, compartilha com as amigas e não deixa esse papo esfriar. Bora espalhar esse babado e ver quem acerta as próximas cenas dessa novela tributária!

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