Descubra o Edifício Oceania Salvador, prédio histórico na Barra em frente ao Farol da Barra, refúgio de Wagner Moura e símbolo de arquitetura única.
Se você ama Salvador, já deve ter ouvido falar do Edifício Oceania Salvador, um marco histórico que fica de frente para o Farol da Barra. Mesmo quando Wagner Moura está longe do Brasil, ele escolhe esse refúgio na cidade como base de retorno. Inaugurado em 1943, o Edifício Oceania foi o primeiro condomínio residencial da Bahia e hoje é referência na Barra, cercado pelo vai-e-vem de turistas, moradores e ambulantes que circulam pela orla.
O Edifício Oceania Salvador reúne 48 apartamentos distribuídos em oito andares residenciais, com seis unidades por pavimento. Todas as unidades contam com três quartos e áreas amplas, variando conforme a planta. A maioria dos moradores tem longa residência no prédio, com proprietários que utilizam os imóveis como residência temporária, o que mantém a convivência próxima entre vizinhos e uma atmosfera de comunidade antiga.
Internamente, o Oceania surpreende pela estrutura vazada, com um espaço central no térreo que recebe luz natural e permite a visão do céu. Nos andares superiores, corredores conectam áreas internas e facilitam a circulação, reforçando o clima de convivência constante entre quem vive ali ou apenas cruza o corredor para chegar à praia.
Além da vista privilegiada para o mar da Barra, o edifício carrega histórias curiosas. Durante as escavações para a construção, foram encontrados vestígios de um antigo cemitério indígena, o que alimenta lendas urbanas que vivem no imaginário dos moradores e visitantes. Alguns dizem que a presença de artistas sempre foi tratada com naturalidade, criando uma aura de glamour discreto em meio ao cotidiano do prédio.
Após enfrentar um período de desvalorização nos anos 1990, o Oceania voltou a ganhar valorização com a revitalização do bairro. Hoje, unidades à venda são raras e chegam a atrair valores milionários, enquanto aluguéis por temporada ganham destaque especialmente no Carnaval, quando a demanda dispara e a localização se torna ainda mais cobiçada.
Tombado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) desde 2008, o prédio preserva elementos originais como hall em mármore, portas antigas e plantas amplas sem suítes. Ao mesmo tempo, lida com os dilemas comuns de imóveis históricos, como a adaptação tecnológica, a manutenção de infraestrutura e a limitação de vagas de garagem, que exigem soluções criativas para manter o equilíbrio entre conservação e conforto moderno.
Conclusão
O Edifício Oceania Salvador representa uma síntese entre história, convivência e patrimônio cultural na Barra. Com seu estilo Art Déco, tombamento e a presença de figuras públicas, ele continua relevante em meio à revitalização do bairro, atraindo turismo de luxo e valorização imobiliária. É um exemplo claro de como preservação e vida cotidiana podem andar juntas, mantendo viva a identidade de Salvador.
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