Descubra o que aconteceu com o famoso tênis do disco do tênis Lô Borges e mergulhe numa das capas mais icônicas da música brasileira anos 70.
Galeeeraa, segura na cadeira e vem com a gente desenterrar esse babado que é história viva da música brasileira! Quando falamos de Lô Borges, é impossível não lembrar do emblemático “disco do tênis”. Pois é, estamos falando daquele álbum solo lançado em 1972, cuja capa trazia um par de tênis surrado, todo estiloso, que virou símbolo da rebeldia artística do jovem integrante do lendário Clube da Esquina. Mas a grande fofoca que não quer calar: o que aconteceu com o tênis da capa mais cult da história da música brasileira? Cola aqui que a gente te conta TUTTOOOO!
O surgimento do icônico “disco do tênis”
Em 1972, Lô Borges, com apenas 20 anos e um pé cravado no rock psicodélico brasileiro, lançava seu primeiro álbum solo. Ele vinha da recente experiência do gigantesco Clube da Esquina, projeto revolucionário da música brasileira anos 70 ao lado de Milton Nascimento e outros ícones da cultura musical mineira.
Só que Lô, essa alma livre e cheia de atitude, não quis aparecer na capa de seu disco. Estava exausto e irritado após a maratona de gravações. Resultado? Disse que não ia posar pra foto coisa nenhuma! Era esse o espírito que ele queria imprimir, e foi aí que surgiu a ideia que chocou a galera da gravadora: colocar na capa um par de tênis velhos.
Sim, você leu certo: um par de tênis surrado virou símbolo de um álbum revolucionário. E quem eternizou esta imagem foi o fotógrafo Cafi — referência absoluta em capas na história da música brasileira.
De quem (e de onde) era aquele tênis?
Bota fofoca nisso! Segundo o próprio Lô Borges, em entrevista no lendário programa “O Som do Vinil”, o tênis era de um primo dele de Brasília, chamado Sérgio. Lô pirou no modelo, achou a vibe perfeita e ficou com ele. Foi esse exato par que virou a cara do “disco do tênis”.
Essa escolha virou um grito de liberdade, o símbolo de uma geração que queria fazer arte longe dos padrões, com os pés no chão — literalmente. O tênis representava a vontade de colocar o pé na estrada, de fugir, de viver. Logo após o disco ser lançado, Lô fez exatamente isso: virou hippie e partiu para a Bahia sem olhar pra trás, ignorando turnê, divulgação e tudo mais.
O sumiço do tênis: Mistério solucionado!
E agora segura esse choque: com a morte de Lô Borges em 2 de novembro de 2025, uma das perguntas mais repetidas pelos fãs era: “Cadê aquele tênis lendário?” Pois a resposta veio do irmão do cantor, o também músico Yé Borges, que cravou: o tênis não existe mais.
Segundo Yé, na época do lançamento o calçado já tinha décadas de uso e, com o tempo, simplesmente desapareceu. Há mais de cinquenta anos de história ali, gente! O tênis capa de álbum que abalou as estruturas já virou pó — literalmente!
Mas o legado de Lô Borges PERMANECE!
Apesar da perda do tênis original, o legado de Lô Borges continua tão firme quanto uma bota de couro em festival de inverno. O disco de 1972 é considerado uma obra-prima e reverenciado pelas novas gerações.
Em 2017, 45 anos depois da sua estreia, Lô decidiu fazer as pazes com os palcos e botou o pé na estrada com uma turnê histórica, tocando o disco do tênis na íntegra. E olha, não foi qualquer coisa não: os arranjos foram fielmente recriados e a plateia foi à loucura revivendo um dos sons mais incríveis da música mineira.
Discos inéditos: Tem tesouro vindo aí!
Agora para os fãs surtarem (e com razão): mesmo após sua partida, Lô deixou quatro álbuns inéditos prontos para lançar. Dois deles já finalizados, mixados e embrulhadinhos com fita vermelha para presentear o mundo!
A expectativa é de que esses trabalhos revelem novas camadas da genialidade de Lô Borges e mantenham acesa a chama do rock psicodélico nacional com aquele toque mineiro que só ele sabia fazer.
Músicas do disco do tênis (1972):
- “Você Fica Melhor Assim”
- “Canção Postal”
- “O Caçador”
- “Homem da Rua”
- “Não Foi Nada”
- “Pensa Você”
- “Fio da Navalha”
- “Príncipes do Sertão”
- “Aos Barões”
- “Aos Barões (Instrumental)”
- “Faça Seu Jogo”
- “Vento de Maio”
- “Calibre”
- “Como o Macho e a Fêmea”
Cada faixa é uma viagem sensorial, indo do folk triturado ao jazz lunático. É psicodelia, é poesia urbana, é mineiridade pura! Quem conhece sabe, quem não conhece, corre ouvir!
Conclusão
O “disco do tênis Lô Borges” é mais do que um álbum, é um manifesto artístico. Com uma capa icônica, histórias excêntricas e músicas geniais, virou patrimônio da história da música brasileira. O tênis sumiu, mas a arte de Lô permanece viva — nos vinis, nas plataformas, nos corações e até nas rodinhas de violão por aí.
Ele nos deixou um legado musical que ainda vai render muito pano pra manga — e a surpresa dos álbuns inéditos é só o começo. Enquanto isso, a pergunta continua: se você tivesse o tênis do Lô, usaria ou guardaria num cofre?
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