Despedida de Lô Borges emociona Santa Tereza com tributo musical

Meta Descrição Otimizada: Fãs e músicos lotam Santa Tereza na despedida de Lô Borges com tributo emocionante em celebração ao seu legado no Clube da Esquina.

Galeeera, vem que tem! Tá sentado? Então oh, deixa eu te contar: a despedida de Lô Borges em Santa Tereza foi DAQUELAS de arrepiar até o último fio de cabelo! O icônico artista do Clube da Esquina, que marcou gerações com sua poesia sonora, teve uma homenagem digna de quem fez história na música popular brasileira. E não faltou emoção: teve fila de músicos, multidão nas ruas e muita lágrima misturada com aplausos no coração cultural de Belo Horizonte. Uma noite que transformou tristeza em arte e fez Santa Tereza inteira cantar junto.

Tributo coletivo e aplausos rasgando a noite

Antes do primeiro acorde ecoar no cruzamento das ruas Divinópolis e Paraisópolis, o que se ouviu foi uma salva de palmas. E não era qualquer aplauso, hein… Era o tipo que corta o silêncio com carinho, daqueles que celebram uma alma gigante. Foi assim que a galera recepcionou a última parada do “Trem Azul” de Lô Borges – ícone eterno do Clube da Esquina.

A partir das 18h15, a cena em Santa Tereza era de filme: tenda montada no improviso, projeções de fotos do Lô numa parede e artistas com instrumentos na mão, prontos pra engrandecer seu legado com muita música.

Casarão virou altar da música mineira

O casarão da rua Divinópolis, onde placas celebram o nascimento do movimento Clube da Esquina, foi transformado em altar improvisado. Rolou flor, vela, faixa amarela na janela com os dizeres: “Celebramos a vida e a arte de Lô Borges”. Não teve como voltar pra casa sem se emocionar!

Ali, naquele solo sagrado da cultura mineira, o clima era de reverência pura. Os músicos se organizaram junto do coletivo Alvorada BH e fizeram a noite virar uma jam afetiva gigantesca.

Setlist de respeito e abraços no microfone

É sério, foi um hit atrás do outro! A abertura já chegou com “O Trem Azul”, seguida de “Clube da Esquina Nº 2” e a dolorida “Clube da Esquina” (“Neste clube, a gente sozinha se vê, pela última vez…”). TUDOO!

  • “Tudo o que você podia ser”
  • “Nuvem Cigana”
  • “Paisagem da janela”
  • “Quem sabe isso quer dizer amor”

Os vocais eram em turmas, com duplas e trios dividindo os microfones e se abraçando. Era emoção em estado bruto.

Família Borges e nomes de peso prestam homenagem

Os irmãos de Lô, Marilton e Nico Borges, estiveram lá em carne, osso e coração. Marilton foi recebido com aplausos ao tocar “Nenhum mistério”; Nico revezava entre lágrimas e abraços de amigos. Ai, minha gente… que noite!

Já lá pelas 21h30, quem apareceu e arrancou suspiros foi Toninho Horta, aquele parceiraço dos tempos do Clube. Uma das presenças mais esperadas do tributo, e ó: entregou tudo!

Bairro parado, almas em movimento

Enquanto os músicos mineiros colocavam suas almas nos acordes, a BHTrans deu aquela ajuda amiga e bloqueou o entroncamento das ruas. Moradores abriram as portas, puseram cadeiras na calçada e fizeram da rua um grande salão.

O tributo musical em Belo Horizonte foi até às 23h, mas a energia vai demorar a se dissipar das esquinas históricas de Santa Tereza.

O adeus formal a Lô Borges

Pra quem ainda quiser prestar a última homenagem, o velório de Lô Borges será na terça (4/11), das 9h às 15h, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Aberto ao público, tá? Todo mundo que sentiu o impacto da perda pode dar seu tchau com amor e gratidão.

O falecimento de uma lenda

Lô Borges faleceu no domingo (2/11), às 20h50, após complicações por falência múltipla de órgãos. Internado desde 17 de outubro, o cantor não resistiu a um grave quadro de intoxicação medicamentosa. Um choque na cena da MPB anos 70 e para todos que seguem ouvindo seus clássicos.

Ele deixa um filho, Luca Arroyo Borges, de 27 anos, e um legado que vai muito além da discografia: Lô foi poesia viva em acordes e melodias.

Legado de um gigante do Clube da Esquina

Nascido Salomão Borges Filho, em 1952, Lô cresceu em meio à boemia criativa da capital mineira e deu forma a alguns dos hinos mais preciosos da nossa música.

Em 1972, ao lado de Milton Nascimento, lançou o monumental disco “Clube da Esquina”, com pedras preciosas como “Cravo e Canela” e “Um Girassol da Cor do Seu Cabelo”. Uma verdadeira bíblia da Música Popular Brasileira.

Mais que um cantor ou compositor genial, Lô Borges era um artista da alma brasileira. E Santa Tereza provou, com cada nota cantada, que ele vive em cada esquina dessa memória coletiva.

Conclusão

O adeus a Lô Borges em Santa Tereza foi muito mais que um velório: foi uma explosão de amor, saudade e música. Músicos, fãs e familiares transformaram luto em luz, e colocaram no coração da cidade um tributo à altura de quem redefiniu a MPB. O legado de Lô Borges seguirá vibrando, especialmente entre os artistas brasileiros que beberam dessa fonte rica de música e poesia hecha em Minas.

Call to Action

Gente do céu, se você leu até aqui é porque sentiu, né? Então ó: NÃO guarda esse tesouro só pra você! Partilha com a galera, pelo Lô, pela música e pela mística dessa noite. Dizem por aí que quem não compartilha essa história linda perde o senso de melodia e ainda passa a eternidade ouvindo funk desafinado! Não dá bobeira, vai ali e solta esse babado na sua rede paaaassando a vibe boa adiante!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *