Despedida ao som de aplausos e lágrimas marca o falecimento de Lô Borges em Belo Horizonte
Galeeera, respira fundo antes de ler, porque hoje o coração da música brasileira bateu mais devagar… O falecimento de Lô Borges no domingo (2/11) tirou o sono de muita gente que cresceu ouvindo as notas mágicas do Clube da Esquina. E a homenagem foi daquelas dignas de cinema — ou melhor, de palco lotado em Santa Tereza, onde tudo começou! Reunindo fãs, músicos e curiosos, a despedida teve de tudo: canto coletivo, fila de artistas e até moradores abrindo suas casas pra viver esse momento. É emoção até dizer chega, minha gente!
Santa Tereza vira palco de despedida emocionada
Santa Tereza foi tomada por um baita aperto no peito e uma multidão pronta pra celebrar a vida e a arte de um dos ícones da música brasileira anos 70. O entroncamento das ruas Divinópolis e Paraisópolis virou palco, altar e tribuna.
Com a ajuda do coletivo Alvorada, a tenda foi montada com aquela vibe toda especial: projeções de fotos do Lô, flores, velas e um cartaz que estampava: “Celebramos a vida e a arte de Lô Borges”. Ih, arrepiou só de imaginar?
Fila de artistas pra dizer adeus (e cantar junto!)
Fila de espera, minha gente! Mas não era pra autógrafo nem selfie. Era fila de artistas com instrumentos na mão, esperando sua vez de homenagear o eterno parceiro de Milton Nascimento. No setlist? Só clássicos do Clube da Esquina:
- O Trem Azul
- Clube da Esquina Nº 2
- Clube da Esquina
- Tudo o que você podia ser
- Nuvem Cigana
- Paisagem da Janela
- Quem sabe isso quer dizer amor
Os microfones tiveram que ser divididos por trios cantando juntos, muitas vezes se abraçando entre uma nota e outra. Lágrimas? Claro que rolaram. Emoção? Transbordou!
Irmãos e parceiros em prantos pela perda
Quem também prestou tributo foi o irmão de Lô, Marilton Borges, com a emocionante “Nenhum Mistério”. Já o outro irmão, Nico, mal continha a emoção entre abraços apertados.
Às 21h30, chegou ninguém mais, ninguém menos que Toninho Horta, parceiro icônico do Lô, e que foi recebido com expectativa e reverência. Foi aquele momento que a vizinhança inteira aplaudiu de pé, viu?
BH parou pra homenagear o mestre
A despedida em Santa Tereza foi até às 23h. Durante o tributo, moradores da região abriram suas casas, colocaram cadeiras nas calçadas e se misturaram com os fãs.
A BHTrans inclusive bloqueou o trânsito no quarteirão, porque né? Quando um pedaço da história da MPB se vai, a cidade precisa parar pra ouvir.
Falecimento de Lô Borges deixa música brasileira em silêncio
O falecimento de Lô Borges ocorreu às 20h50 de domingo (2/11), por falência múltipla de órgãos após dias sob cuidados intensivos devido a uma intoxicação medicamentosa. A notícia abalou fãs e a comunidade artística do país inteiro.
Lô, que nasceu Salomão Borges Filho em 1952, deixa um legado do tamanho do mundo — e um filho, Luca Arroyo Borges, de 27 anos.
O menino do violão e das esquinas de BH
Desde cedo, Lô mostrou seu talento pelas ruas e esquinas de BH. Mas foi com Milton Nascimento que ele cravou seu nome na eternidade. O álbum duplo “Clube da Esquina” sacudiu a MPB em 1972 e até hoje é referência mundial.
Se você nunca ouviu “Um Girassol da Cor do Seu Cabelo” ou “Cravo e Canela” com atenção, corre lá! Porque a influência do Clube da Esquina ainda pulsa forte em bandas e coletivos musicais de BH até os dias de hoje.
Velório aberto ao público
Se você tá por BH e ainda quer dar seu último adeus, o velório de Lô Borges vai acontecer nesta terça-feira (4/11), das 9h às 15h, no Palácio da Cultura, região central. É só chegar — e preparar o coração.
Legado que não cabe numa música só
Lô Borges não foi só um músico. Foi o tipo de artista que fez a ponte perfeita entre poesia, melodia e sentimento. Sua arte atravessou gerações e hoje ecoa no trabalho de muita gente boa por aí.
Seu nome está gravado entre músicos brasileiros mortos que deixaram uma lacuna difícil de preencher. Mas também está eternamente vivo em cada nota que compôs.
Conclusão
O falecimento de Lô Borges marcou não só a perda de um gênio musical, mas o encerramento de um capítulo fundamental da nossa história sonora. A homenagem a Lô Borges em Santa Tereza foi à altura de sua importância: intensa, coletiva, cheia de amor e música. Seu legado continua ecoando pelas esquinas, nas músicas e no coração de quem viveu e vive o Clube da Esquina.
Call to Action
Olha… se você ouviu “O Trem Azul” e não chorou nem uma lagriminha, talvez precise verificar se ainda tem coração aí dentro! Vai fazer vista grossa pra esse tributo lindo, não né? Bora partilhar isso com suas amigas daquela banda da escola! Porque se você não compartilhar, dizem por aí que todos os discos do Clube da Esquina vão virar funk proibidão nas próximas 24h. Isso é ciência moderna, nem discute! Vai, dá o clique e salva essa cultura, minha gente!
