Despedida emocionante de Lô Borges em Santa Tereza arrasta multidão de fãs, músicos e aplausos ao som de clássicos do Clube da Esquina.
Galeeeraaaa, pausa no scroll porque esse babado aqui é histórico! A despedida de Lô Borges em Santa Tereza virou evento nas ruas de Belo Horizonte – e não foi pouca coisa não, viu? A famosa esquina das ruas Divinópolis e Paraisópolis ficou pequena pra tanto choro, voz embargada e coro emocionado cantando hinos da nossa MPB. Era gente de tudo quanto é canto com flores na mão e violão nas costas, tudo pra prestar aquela última homenagem ao gênio do Clube da Esquina. Bora saber tudinho desse momento que parou BH?
Uma despedida à altura de um ícone
Santa Tereza, palco sagrado da música mineira, foi completamente tomada por um mar de gente com o coração partido e muita saudade no peito. Antes mesmo da primeira nota soar no improvisado palco no entroncamento daquelas ruas emblemáticas, uma salva de palmas ecoou. Era o povo chegando junto pra aplaudir o legado de Lô Borges.
No casarão onde brotou o movimento que revolucionou a música brasileira, um verdadeiro altar foi montado. Cartazes, faixas com a frase “Celebramos a vida e a arte de Lô Borges”, flores, velas e projeções de fotos transformaram o espaço num santuário secular da cultura brasileira.
Fila de artistas e clássicos eternizados
Gente, se emoção matasse… tinha tido desfalecido ali mesmo! A fila de músicos só crescia – parecia black friday em loja de instrumento. Teve Gabriel e Julia Guedes, Makely Ka, Fred e Nico Borges, Pablo Castro, Bárbara Barcellos e muitos outros. Foi basicamente um super tributo musical em BH no improviso, mas que arrebatou a alma de todo mundo presente.
“O Trem Azul” puxou o coro, seguido de arrepiar com “Clube da Esquina Nº2”, “Clube da Esquina” e o hino dos hinos: “Quem sabe isso quer dizer amor”. Tudo cantado juntinho, ombro colado, lágrimas nos olhos, e aquele abraço coletivo que só a música proporciona.
Presença de gigantes e emoção no ar
O clima ficou ainda mais carregado quando Marilton Borges, irmão de Lô, mandou ver em “Nenhum Mistério”, enquanto Nico Borges recebia abraços meio trêmulos, olhos mareados. E o ápice? Quando Toninho Horta chegou! UAU, minha gente! Um dos grandes parceiros de Lô no emblemático álbum de 1972 fez presença e levantou a vibe em plenos altos sentimentos.
A noite só encerrou lá pras 23h, e mesmo com o tempo passando, ninguém queria arredar o pé. A cultura em Belo Horizonte pulsava ali. Até vizinho abriu porta, colocou cadeira no passeio e virou fã & anfitrião ao mesmo tempo. Teve até apoio da BHTrans que fechou o trânsito por ali – porque né, quando é Lô Borges, desvia-se até o fluxo da cidade.
Lô Borges: Gênio que deixou história
Lô nos deixou domingo à noite, dia 2 de novembro, vítima de falência múltipla de órgãos após uma intoxicação medicamentosa. Ele estava internado desde o dia 17 de outubro. Fica o luto e a falta, mas também uma herança musical das mais poderosas. O cara escreveu, ao lado de Milton Nascimento e do coletivo Clube da Esquina, páginas essenciais na história da MPB nos anos 70.
“O Trem Azul”, “Cravo e Canela”, “Paisagem da Janela” e “Um Girassol da Cor do Seu Cabelo” são apenas alguns dos hits que ele nos entregou de bandeja. Compositor, guitarrista, alma inquieta e visionária – um daqueles raros nomes que impactaram a música brasileira de forma definitiva.
Último adeus no Palácio da Liberdade
Pra quem ainda quer se despedir, fica a chance: nesta terça (4/11), o velório de Lô Borges será no Palácio da Liberdade, das 9h às 15h, com acesso livre ao público. Um momento chave pra fechar esse ciclo com respeito, emoção e muito amor pela arte desse mineiro imortal.
Conclusão
A despedida de Lô Borges em Santa Tereza foi mais que um tributo, foi uma catarse coletiva. Mostrou como os músicos mineiros e o povo de BH ainda vivem e respiram a música que ele criou. O legado de Lô Borges vai ecoar em cada esquina, cada festival, cada nota dedilhada por novas gerações inspiradas por ele.
Amor, respeito, choro e gratidão – foi assim que Belo Horizonte se despediu de um de seus maiores artistas. E se essa cena não te tocou… ah, meu anjo… já prepara o lenço que ainda vem muita lembrança por aí.
Você sabia que se não partilhar isso agora, a última palheta de Lô Borges vai sumir misteriosamente e ninguém vai conseguir mais tocar “O Trem Azul” sem desafinar? Verdade chocante! Vai, partilha isso rapidinho e ajuda a preservar essa vibe maravilhosa da nossa MPB!
