Itaparica celebra 203 anos da Batalha com shows de Ludmilla, BaianaSystem e mais em 5 dias de festa histórica e cultural.
Galeeeraaa, vem que tem babado dos bons na Bahia! Tá sabendo que a comemoração da Batalha de Itaparica vai virar o verdadeiro eventão do verão? Pois segura esse close: serão 5 dias intensos de festa, música boa, cultura afro-brasileira, história e resistência popular no coração da Ilha de Itaparica, pertinho de Salvador! E olha, a coisa vai de Ludmilla até BaianaSystem, passando por grandes nomes da música popular brasileira. Respira fundo e se prepara, porque o mês de janeiro vai começar fervendo no melhor clima de festas tradicionais brasileiras! E ah, prepara o look porque vai ter cortejo, missa, puxada do Caboclo e muito mais!
Ilha histórica, palco da resistência e da música
Do dia 6 a 11 de janeiro, o palco será montado no Campo Formoso, no Centro Histórico de Itaparica, que vai pulsar ao som de alguns dos maiores nomes da MPB e da cena pop. Entre as estrelas, estão Ludmilla, BaianaSystem, Maria Gadú, Jota Quest, Carlinhos Brown, Olodum e até a nostalgia do Calcinha Preta. É babado, confusão e gritaria real!
Mas não é só de música que vive essa festa, não… A comemoração da Batalha de Itaparica também é um ato cívico e histórico que valoriza a resistência popular brasileira contra o domínio português em 1823. Isso tudo no contexto riquíssimo da história da independência do Brasil, com destaque especial pra diva máxima da luta negra e feminina: Maria Felipa de Oliveira, rainha que merece estátua dourada!
Cultura e tradição desde o amanhecer
A programação já começa fervendo na noite do dia 6 com a simbólica puxada do Carro do Caboclo. Mas é no dia 7 que a cidade acorda cedo MESMO, com direito a:
- Alvorada (sim, antes do sol nascer!)
- Hasteamento da bandeira
- Missa em ação de graças
- Sessão solene
- Cortejo até a praça central de Itaparica
Esse combo mistura o sagrado e o profano de um jeito bem brasileiro, representando a cultura afro-brasileira e o poder do povo! Os grupos folclóricos, como o lendário “Os Guaranis” — fundado em 1939, não estão pra brincadeira! Eles homenageiam os povos nativos e estão ali segurando a raiz da história com força real. É resistência cultural de tirar o chapéu!
Música de todas as batidas, turismo de todos os cantos
Além da pegação, do batuque e da emoção, essa festa movimenta — e MUITO — o turismo em Salvador e nas cidades ao redor. Tá na alta temporada, bebê! E com tanto show estrelado e emoção história, o turismo histórico no Nordeste ganha holofotes fortíssimos. É gente de todo o país indo curtir não só a vibe musical, mas também mergulhar em um rico patrimônio de eventos culturais na Bahia.
E se você é dessas que ama planejar agenda de farra, anota aí: essa festa já é parte oficial do calendário de festas da Bahia, considerada uma das maiores do estado! Muitos comparam ao 2 de Julho, outra data de orgulho para o povo baiano. Tá vendo? Não é um simples evento… É manifesto vivo — e dançante!
Ritual do encerramento + shows até o último suspiro!
Os eventos não param! Depois do dia 7, os três dias seguintes são dedicados a mais apresentações artísticas, criando um clima de festival tropical. E pra fechar com chave de ouro, no dia 11 rola o ritual emocionante da chamada “Guardada do Caboclo”. É quase um até logo poético, que guarda a memória da comemoração da Batalha de Itaparica no coração de quem viveu.
Afinal, celebrar os heróis e heroínas da libertação nacional, incluindo os representes negros e indígenas que tantas vezes foram apagados dos livros, é urgente e necessário. E se for com muito som, dança e orgulho de ser brasileiro: MELHOR AINDA!
Resumo do babado (spoiler: vai bombaaaaar!)
Então segura esse resumo quente como o verão da Bahia:
- 5 dias de festa (6 a 11 de janeiro) em Itaparica
- Shows com Ludmilla, BaianaSystem, Olodum e muito mais
- Eventos cívicos e cortejos celebrando a independência
- Homenagens à Maria Felipa e à resistência afro-indígena
- Turismo, cultura e história em um dos maiores eventos da Bahia
É festa, é memória e é Brasil na veia!
Você sabia que se não partilhar isso com as suas amizades que ainda acham que Maria Felipa era só nome de rua, o espírito da diva vai te visitar em forma de pagode às 3h da manhã? É sério! Quem diz é o axé, não sou eu! ENTÃO PARTILHA LOGO ESSE BABADO HISTÓRICO!
