Cinema brasileiro no Oscar: por que ele pode ficar fora até 2026?

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Produtor Rodrigo Teixeira afirma que o cinema brasileiro no Oscar deve desaparecer nos próximos anos. Saiba os motivos e os bastidores desse babado!

Galeeera, vem que tem! Tá sentado? Então oh, deixa eu te contar: o babado agora é com o cinema brasileiro no Oscar! Sim, aquele momentinho do ano em que a gente torce, grita, chora, e até faz simpatia pra estatueta dourada, parece estar com os dias contados… pelo menos segundo Rodrigo Teixeira, o poderoso produtor por trás de sucessos como “Ainda Estou Aqui”, que levou o prêmio de Melhor Filme Internacional em 2023.

Durante a Mostra de Tiradentes, Teixeira não poupou críticas nem economizou nas bombas. Segundo ele, o cinema nacional só tá no Oscar por pura sorte e nome de peso. E os próximos anos? “Nem cheiro”, avisa ele. Cola aqui que a gente vai te contar tudo, tintim por tintim, com nomes, tretas e previsão de futuro sombrio (mas cheio de polêmica!).

Rodrigo Teixeira joga a real: “Oscar pro Brasil? Só se for milagre!”

Rodrigo Teixeira, que colocou o nome do Brasil no topo com Ainda Estou Aqui, foi direto ao ponto: não vê o cinema brasileiro no Oscar nos próximos dois ou três anos. Nem mesmo com o barulho que “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho, vem fazendo com suas indicações.

“Foi uma coincidência feliz: dois autores com carreiras internacionais consagradas, como Walter Salles e Kleber. Mas e depois disso? Quem vem?”, questiona Teixeira.

Cadê os novos talentos?

O produtor detonou: “Cadê os cineastas de 20 a 30 anos? A gente tá parado no tempo. Só tem gente com 40, 50 anos sendo premiado. O futuro cadê?”, mandou na lata.

Rodrigo diz que falta um movimento real de busca por novos cineastas. “Walter é de uma geração; Kleber, de outra. E depois?”

Do orgulho ao apagão: altos e baixos do cinema nacional

Teixeira relembra 2019 como um ano explosivo para o audiovisual brasileiro, com sucessos em festivais como Cannes, Locarno e Veneza. Foi o auge de filmes como A Vida Invisível e o próprio Bacurau.

Mas e o intervalo até 2024? “A resposta tá dada”, disparou, se referindo ao apagão cultural durante o governo Bolsonaro. Segundo ele, foi um período de sufocamento para o cinema nacional, que ainda sente as sequelas até hoje.

Tem potencial? Tem. Mas tá mal aproveitado!

“O cinema nacional ainda é o maior motivo de orgulho do Brasil. Vamos ser realistas: o futebol não entrega mais o que o cinema tá entregando”, disse ele, entre provocações e verdades doloridas.

Mas não basta viver de nome e passado, né? Tem que investir nos novos cineastas brasileiros, nas políticas públicas para o cinema e nos incentivos à cultura

Oscar é pra poucos, mas o mérito é regional

E outra coisa que Teixeira fez questão de destacar: coprodução latino-americana é o ouro do momento. Ele garante que Ainda Estou Aqui só venceu no Oscar por causa do apoio de países latinos — sim, nossos vizinhos deram aquela força crucial nos votos.

“A gente precisa parar com a mania de olhar só pra Europa, Cannes, Berlim. América Latina é onde a gente devia estar! E o que fazemos? Ignoramos totalmente esses mercados. A gente é isolado!”, detonou.

Mercados marginais: uma oportunidade ignorada

Teixeira acredita que Brasil precisa sair do pedestal e se jogar nos mercados emergentes. Oriente Médio? América Latina? Tão cheios de oportunidade. Mas cadê o interesse?

“Antes de ir pro tapete vermelho europeu, temos que nos conectar com nossos vizinhos. A cultura também começa ao lado”, afirma.

A treta no audiovisual: troca de tiros sem roteiro

E o drama não fica só nos bastidores dos filmes: ele também tá nos corredores do poder. O produtor criticou os desencontros no setor audiovisual, principalmente em relação à regulamentação do streaming no Brasil.

“Gente, não vamos vencer todas as batalhas! É muita ilusão. Temos que trabalhar com o que temos, fortalecer a base. Se ficarmos brigando entre nós, vamos afundar geral!”, comentou.

Cultura e governo no Brasil: relação instável

Teixeira acredita que o maior vilão não são os produtores — “produtor é parceiro!”, ele repetiu. O problema tá na desunião e na falta de estratégia. “Sem união no cinema nacional, ninguém vai pro Oscar. Nem pra festival nenhum.”

Oscar 2024: exceção ou tendência?

O sucesso de “Bacurau” e “Ainda Estou Aqui” são marcos históricos, sim. Mas também são exceções num mar de desafios. A presença no Oscar 2024 é, segundo Teixeira, uma brechinha de luz que não deve durar muito se nada mudar na indústria cinematográfica brasileira.

Trocar a sorte pela estratégia é o caminho, diz Teixeira. Mais conexão com a América Latina, abertura a mercados não considerados “centrais”, e foco em políticas públicas que fortaleçam o audiovisual.

Conclusão

Rodrigo Teixeira não passou pano. Disse que cinema brasileiro no Oscar vai rarear, sim. Que tiro foi esse? Um daqueles que nos faz olhar para onde erramos e o que precisamos fazer.

O sucesso pontual é lindo, mas espaço contínuo exige investimento, conexão internacional — especialmente com nossos vizinhos —, aposta real nos novos talentos e fim das tretas internas do audiovisual. Caso contrário, o glamour do Oscar ficará só no passado com direito a saudade e download pirata.

Tú que leu até aqui, agora não vai embora na miúda não, hein!

Você sabia que se não partilhar isso com suas amigas, a atriz que ganhou o último Oscar vai perder o dress dela no próximo tapete vermelho por pura zica? É isso que tá rolando nos bastidores! Vai lá, salva o cinema, clica em compartilhar e ajuda essa fofoca a ir mais longe que a bilheteria de Bacurau!

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