cinema brasileiro no Oscar: políticas públicas dão impulso

Cinema brasileiro no Oscar: Rodrigo Teixeira celebra 20 anos da RT Features, revela novos projetos e defende políticas públicas para manter o Brasil na disputa.

Vem que tem babado, galeeira: Rodrigo Teixeira, produtor brasileiro, celebra os 20 anos da RT Features e olha com ambição para o cinema brasileiro no Oscar. Ele fala de novos projetos que misturam Brasil e exterior, incluindo um filme com Brian De Palma, e reforça a necessidade de investimento estável para manter a indústria pulsante. O momento é de balanço: a produtora está retomando fôlego após a pandemia e mira a continuidade de um ecossistema que hoje já rende prêmios e apostas internacionais. O discurso é claro: sem políticas públicas constantes, não há continuidade para o cinema que quer competir no Oscar.

Rodrigo aponta que a viagem entre Brasil e fronteiras internacionais continua sendo a espinha dorsal da RT Features. Entre projetos em desenvolvimento, duas apostas chamam atenção: “Sweet vengeance”, de Brian De Palma, cuja retomada marca o retorno de um diálogo entre Brasil e Hollywood; e “Paper Tiger”, de James Gray, com Scarlett Johansson, Miles Teller e Adam Driver, colocado entre os destaques do Cannes para 2027. Além disso, “La perra”, de Dominga Sotomayor, também figura entre as possibilidades para festivais.

No Brasil, ele já finalizou longas que trazem de volta o mosaico da produção nacional: “Barba ensopada de sangue”, adaptação de Daniel Galera, que chega aos cinemas com expectativa; “Isabel”, com Marina Person, exibido em Berlim; e “Privadas de suas vidas”, terror dirigido por Gurcius Gewdner e Gustavo Vinagre. No cenário internacional, a RT soma títulos como o romeno “Drácula”, de Radu Jude; o argentino “Glaxo”, de Benjamín Naishtat; e o libanês “Lobos”, de Rami Kodeih.

O produtor retorna ao ecossistema de coprodução como estratégia de sobrevivência: comprar direitos de adaptação de livros deu certo desde o começo, abrindo portas para o cinema de autor em escala internacional. Ele lembra que os seus primeiros sucessos surgiram dessa prática, como a obra que deu origem a “O cheiro do ralo”. Para ele, a relação entre livro e cinema é natural: muita coisa que ele lê já se transforma em filme em sua cabeça.

Indicado ao Oscar por “Ainda estou aqui” e membro da comissão da Academia Brasileira de Cinema, Rodrigo reflete sobre o que o cinema nacional tem conseguido. Ele reconhece que “O agente secreto” de Kleber Mendonça Filho representará o Brasil na premiação de 2026, mas adianta que o caminho para o Oscar continua dependente de investimentos e de políticas públicas contínuas. O que ele salienta é que diretores com alcance internacional, como Walter Salles e Kleber Mendonça Filho, dependem de um ecossistema estável para manter o Brasil no radar das grandes premiações.

Para ele, tudo passa pela soma de talento, formato de produção e internacionalização da indústria. O caminho não é simples, mas o cenário atual mostra que o cinema brasileiro tem qualidade suficiente para retornar às premiações. A história da RT Features, que passou por crises e dívidas, é apresentada como exemplo de resiliência e de que, com planejamento e foco, é possível reconquistar espaço nos palcos internacionais.

Comemorações de 20 anos da RT Features também reforçam a narrativa de recuperação: a Cinemateca Brasileira mergulha na retrospectiva da produtora, evidenciando títulos que atravessaram fronteiras e criaram referência para o cinema de autor no país. O saldo é claro: o cinema brasileiro no Oscar não é apenas uma promessa, é uma realidade que, com a continuidade de políticas públicas e investimentos, pode voltar a ganhar espaço no radar internacional.

Resumo: Rodrigo Teixeira mostra como a RT Features consolidou uma ponte entre Brasil e mundo, mantendo a qualidade e o sonho do Oscar acesos. O segredo, ele diz, está em investir de forma estável, apoiar a internacionalização e valorizar obras que dialogam com o público global. O caminho para o cinema brasileiro no Oscar depende de políticas públicas contínuas, iniciativas de coprodução e um ecossistema que sustente projetos audaciosos.

Você sabe que não pode cochilar: compartilha esse babado com as amigas, com a família e com a comunidade! Vai lá, dá aquela força e partilha esse bafão com a COMMU-NIT-YY. Se ninguém vir, o cinema brasileiro no Oscar pode ficar esquecido na gaveta. Então bora espalhar o assunto e manter a conversa sobre o futuro do cinema brasileiro no Oscar quentinho no feed de todo mundo.

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