Casa modernista de Lelé abandonada no Lago Sul chama atenção pelo descaso: patrimônio icônico de Brasília esquecido e cercado por insegurança e doenças.
Galeeeraaaa, vem que tem babado daqueles! Tá sentadx? Então presta atenção: uma casa modernista de Lelé abandonada no Lago Sul está causando um rebuliço na capital. Sim, senhoras e senhores, uma das joias da arquitetura de Brasília, assinada por ninguém menos que o mestre João Filgueiras Lima – o lendário Lelé – está largada às traças! E não é só falta de cuidado estético, não… Tem problema de segurança, saúde pública, invasões e até roubo. E ainda por cima é de posse de uma embaixada! Bora entender esse caos digno de novela de domingo?
Obra-prima de Lelé jogada ao abandono
Localizada na nobre QL 8 do Lago Sul, a Residência César Prates foi projetada em 1961 como o primeiro projeto residencial de Lelé em Brasília. A casa foi encomendada por César Prates, um amigo próximo de JK, e virou um marco da arquitetura moderna brasileira. O projeto trazia novidades como sheds para iluminação natural, integração dos ambientes e uso de materiais como pedra bruta e madeira.
Mas o que era para ser um símbolo da genialidade arquitetônica virou um cenário digno de filme de apocalipse. O jardim virou matagal, as paredes estão pichadas, o portão tem buracos e até a piscina foi destruída. Quem vê hoje, não acredita que já foi uma residência de tirar o fôlego.
Sinais de deterioração há mais de uma década
Em 2011, o professor e arquiteto Adalberto Vilela, que estudou a casa na UnB, já notava os primeiros sinais do abandono. Embora a residência ainda guardasse detalhes impressionantes, como a escada suspensa e o sistema de gotejamento para umidificar o ambiente, tudo parecia ser questão de tempo até o colapso total.
“A escada era uma obra de arte… Agora, a casa está completamente depredada. Foi saqueada, abandonada e largada como se fosse um galpão”, contou Vilela.
Filha de Lelé denuncia o descaso
Adriana Filgueiras Lima, filha de Lelé e também arquiteta, não esconde a revolta. Ela teme que a Embaixada da África do Sul, proprietária do imóvel, esteja esperando que a casa desmorone para demolir e construir algo novo. “Eles vão deixar cair para dizer que não tem mais jeito”, afirma Adriana, que se oferece até para participar da restauração, caso haja interesse.
“Meu pai sempre sonhou em fazer casas que oferecessem bem-estar… e agora ver isso, nossa… É muito triste. Aquela casa era linda!”
Crise patrimonial no Lago Sul: insegurança total
A deterioração de imóveis históricos no DF não é papo de arquiteto mimado, não. É questão de segurança e saúde real para quem mora ali. Os vizinhos contam que o local virou depósito, foi invadido e foi alvo de roubo inúmeras vezes. Luminárias, fiação, móveis? Já era!
Andrea Pires Figueiredo, moradora ao lado, perdeu as contas das vezes que denunciou. “Virou lar de rato e mosquito. Já teve roubo, dengue e zero respostas. Ou vendem, ou reformam. Só não dá pra continuar assim!”
Risco à saúde: dengue solta e infestação de pragas
O babado fica ainda mais tenso quando a saúde pública entra na roda. A advogada Ana Cristina Santana viu sua família ser atingida diretamente. Filhos, netos e genros com sintomas de dengue. “Ano passado, foi geral. A piscina era foco constante. É um desrespeito com todo mundo da quadra”, contou, indignada.
Ela lembra que alguns chegaram até a jogar cloro por cima do muro para tentar conter os focos de mosquitos. E que calhas e telhas soltas ainda podem cair em qualquer um que passe por ali.
Moradores tentam ajudar, mas são ignorados
A médica Simone Corrêa, vizinha recente, já viu o suficiente: vultos noturnos, portões arrombados e cerca caída. “É ponto de vulnerabilidade total. Pessoas entram tranquilamente. A embaixada nem responde aos pedidos. A gente se sente abandonado aqui”, desabafa.
E pode isso? Um imóvel com esse valor arquitetônico e histórico, simplesmente virando ruína, com a cidade assistindo? O patrimônio cultural de Brasília pede socorro.
Estado omisso e amarrado pela diplomacia
Procurados, o Itamaraty e a Embaixada da África do Sul trocaram gentilezas diplomáticas, mas não deram respostas objetivas. Já a Secretaria de Saúde e a Defesa Civil explicaram que, por ser uma propriedade diplomática, não podem fazer absolutamente nada sem autorização.
Quer dizer, galera: ficamos todos vendo a banda passar… ou melhor, o patrimônio ruir.
A casa merece mais!
Não estamos falando só de uma construção bonita. Estamos falando de uma das casas projetadas por Lelé que moldou a paisagem cultural e arquitetônica da capital. Uma casa que tem história, identidade e que poderia muito bem ser restaurada e reintegrada ao patrimônio ativo de Brasília.
Já pensou essa casa como um centro cultural? Um espaço público com exposições sobre a arquitetura de Brasília, oficinas, debates? O potencial é absurdo. Fica o apelo: que a Embaixada acorde, que o governo aja e que a cidade não perca mais esse pedaço do que tem de melhor.
Conclusão
A casa modernista de Lelé abandonada no Lago Sul não deveria estar nesse estado. Projetada por um dos maiores nomes da arquitetura brasileira, o imóvel virou símbolo do abandono de patrimônio cultural e da ineficácia do poder público e diplomático na sua preservação.
Do risco de dengue ao risco de desvalorização da área, os vizinhos clamam por uma solução. Enquanto isso, a cidade assiste silenciosamente mais uma referência histórica se apagar.
É hora de agir. De pressionar. De preservar nosso legado.
Você achou pesado? Então segura essa: se ninguém compartilhar esse babado agora, um morcego albino vai se aposentar sem dar suas últimas piruetas! NÃO DEIXA! Compartilha esse escândalo com a galera, solta esse bafão no grupo da família e dos arquitetos! A história agradece, e os vizinhos também!
