Casa modernista projetada por Lelé permanece em ruínas no Lago Sul, causando indignação e riscos sanitários à vizinhança.
Galeeera, vem que tem! Tá sentado? Então segura essa: uma casa modernista de Lelé abandonada no chiquérrimo Lago Sul tá causando mais dor de cabeça do que ressaca de fim de ano. Sim, a joia projetada em 1961 por João Filgueiras Lima, o Lelé, virou sinônimo de descaso, perigo e puro desperdício arquitetônico. O lugar que já foi ícone da arquitetura modernista brasileira agora é terreno fértil pra mosquito da dengue, rato, e até furto. E tem mais: ninguém toma providência, nem a Embaixada que é dona da propriedade. Bora entender esse babado completo aqui embaixo!
Um tesouro modernista abandonado no coração de Brasília
Escondida entre as mansões da QL 8, no nobre Lago Sul, está a Residência César Prates. Só que o charme da década de 60 virou cenário de pesadelo: portões arrebentados, telhas caindo, piscina esburacada e um matagal que passou do ponto. As imagens são de cortar o coração de qualquer fã da arquitetura modernista em Brasília.
A casa foi a primeira obra residencial assinada por Lelé na capital federal — e que estreia! Com os famosos “sheds” no telhado que garantem luz e ar natural, e materiais brutos como concreto, pedra e madeira, o imóvel carrega a essência de uma época de ouro da arquitetura brasileira.
Lelé e sua genialidade arquitetônica esquecida
Lelé, mais conhecido pelas unidades da Rede Sarah, aplicou ali sua inteligência criativa: desde uma escada flutuante sustentada por pinos metálicos até um sistema de gotejamento que umidificava o ar nos secos dias do Cerrado. Sim, amigo, anos luz à frente do nosso tempo em termos de conforto climático e design fluido.
O jardim interno, os painéis de madeira que filtravam a luz, tudo ali gritava patrimônio arquitetônico histórico. Mas hoje? Grita por socorro!
Depredada, ignorada e negligenciada
Adriana Filgueiras Lima, filha de Lelé e também arquiteta, não esconde a frustração ao ver o estado lastimável da casa. Ela teme que a Embaixada da África do Sul, atual proprietária do imóvel, esteja apenas esperando a hora certa pra demolir essa preciosidade. “Aquilo era lindo… é como deixar uma obra de arte no lixo”, declarou.
Entre moradores da quadra, a indignação é geral. Ratos, roubos, focos de dengue e sensação de insegurança viraram rotina. A casa virou não só um exemplo de deterioração de bens públicos, mas também risco real pra saúde pública. E o mais assustador? A embaixada nem responde aos pedidos de ajuda da população.
Desrespeito total ao patrimônio e à comunidade
Nas palavras do advogado e vizinho Hélio Figueiredo Júnior, esse caso é um tapa na cara da memória de Brasília: “É um absurdo um país estrangeiro deixar assim um imóvel de altíssimo valor cultural.” E ele tem razão! A casa representa uma era, uma estética, um marco da identidade arquitetônica de Brasília.
- Muros caídos e portões quebrados
- Invasões e furtos não relatados
- Doenças endêmicas circulando forte
- Silêncio absoluto da Embaixada e do Itamaraty
Enquanto isso, a Defesa Civil não pode intervir sem autorização da embaixada. Ou seja, nem o Estado consegue agir nesse festival de negligência com o patrimônio arquitetônico.
Moradores fazem o que podem – e sofrem com isso
A vizinhança tá no limite! Tem gente despejando cloro no terreno vizinho, tentando impedir a proliferação de mosquitos. Outros denunciaram invasões, mas nada funciona. A cada chuva, mais coisa despenca e o medo aumenta. Segurança em áreas residenciais de Brasília? Aqui no Lago Sul já virou piada de mau gosto.
A servidora Andrea Figueiredo mora ao lado da casa e viu de perto o momento em que um caminhão descarregava “caixas” – na verdade, era furto mesmo, galera! Depois disso, nem móvel sobrou. Até as luminárias de Lelé foram embora. De brinde ainda ficaram com ratos, baratas, e uma piscina que mais parece criadouro profissional de dengue.
A médica Simone Corrêa chegou recentemente e já vive com medo: viu homem entrando e saindo da casa, como se fosse república improvisada. “Moro quase em frente e vejo essa obra de arte ser ignorada. É um absurdo com Brasília”, desabafou.
Uma joia da arquitetura esquecida por todos
O que era pra ser símbolo da arquitetura modernista brasileira virou escombros. Lelé, gênio que nos deu formas, luz e poesia em concreto, foi jogado de lado junto com sua criação. Pior: ninguém — nem governo, nem embaixada — se move pra reverter a situação. A preservação do patrimônio cultural virou utopia? Até parece.
Conclusão
Uma casa modernista de Lelé abandonada não é só incômodo para vizinhos: é a ilustração do total descaso com bens culturais em Brasília. Enquanto ratos e dengue fazem festa na QL 8, uma obra-prima clama por socorro e respeito. O silêncio das autoridades só potencializa o problema, levando à decadência de um patrimônio valioso e inestimável.
E agora, vai deixar essa casa no esquecimento também?
Não vai nem PARTILHAR essa treta? É sério? Galera, se tu não espalhar esse babado, os arquitetos fantasmas de Brasília vão aparecer no teu quintal à meia-noite gritando “MUXARABI, MUXARABI”! Dá uma força aqui, compartilha essa história com tudooo, porque o Lago Sul precisa de mudanças e resposta JÁ!
