Bar do Orlando comemora 106 anos como símbolo da boemia e tradição em BH!
Galeeera, vem que tem babado centenário no ar! Tá sentado? Então segura essa: o Bar do Orlando, o mais antigo de BH, está apagando nada menos que 106 velinhas neste 11 de novembro! Sim, ele sobreviveu a enchente, canalização de rio, construção de metrô e até ao temido fim do fiado! Localizado no coração pulsante de Santa Tereza BH, esse verdadeiro dinossauro da boemia belo-horizontina é muito mais do que um boteco: é patrimônio cultural, memória viva e safra nobre da culinária de boteco!
Mais que bar, é resistência pura!
Fundado em 1919 (sim, você leu certo!), o local começou como Bar dos Pescadores, servindo peixe frito e cachaçinha pros trabalhadores suados que desciam o Ribeirão Arrudas. Hoje? Continua servindo peixe frito em Santa Tereza com garbo e elegância, mas com tilápia no lugar da sardinha e até batata rústica no combo!
Na década de 1970, o tio do atual dono comprou o espaço e manteve tudo no jeitinho que o povo gostava. Só lá nos anos 1980 que ele virou oficialmente o Bar do Orlando, com sua fachada icônica rosa e verde (nada a ver com a Mangueira, hein?), e se tornou parada obrigatória no turismo gastronômico de BH.
Do fiado ao Pix: a revolução passou pela conta
Se antigamente rolava aquele “anota aí, que depois eu pago”, hoje o pessoal já saca o celular pra fazer Pix na hora. O bar acompanhou a mudança de gerações e métodos, mas sem perder o charme retrô que inteiro Bairro Santa Tereza preserva com carinho. E o público só cresce: dos fiéis de cabelo branco aos jovens descolados caçando os bares históricos de Belo Horizonte.
Sabores que atravessam o século
Claro que a gastronomia mineira não podia ficar de fora da festa! No cardápio, destaque para o eterno peixe frito servido com batata ou mandioca (por apenas R$ 70), e o hit do momento: o Trio da Roça (R$ 39,90), aquele combo mágico com torresmo, linguiça caseira e batata corada que dá vontade de tatuar no coração, né mores?
Vizinhança histórica, minha gente!
Além do glamour do balcão, o Bar do Orlando testemunhou – de camarote – a história de Belo Horizonte se desenhar bem diante de seus olhos. Já viu passar linha de trem, gente canalizando rio, jabuticabeira virar praça e todo aquele fuzuê da urbanização do século XX.
Esse bar tradicional em BH é prova viva de que sobrevivência é também uma forma de arte. E não por acaso foi reconhecido como Patrimônio Histórico e Cultural de BH. É tipo aquele tiozão que sabe de tudo e já viu de tudo, mas ainda te serve chopp gelado com um sorriso no final da tarde.
Santa Tereza: o palco da cultura boêmia mineira
Que o bairro é berço de cultura e arte, todo mundo sabe. Mas o Bar do Orlando é o ponto de encontro, o confessionário etílico, a praça de boas-vindas e aquele pedacinho de Minas que te abraça com torresmo. Não tem como falar de bares famosos em Minas Gerais sem citar esse monumento em forma de boteco!
Mais de um século de tradição não se conquista à toa
Com 106 anos completinhos, esse bar não é só sobrevivente — é ícone! Dos tempos em que o centro de BH era puro traçado geométrico e euforia da modernidade, até hoje, quando a clientela original mistura-se aos jovens famintos por lugares históricos em BH, o Bar do Orlando não perdeu uma pitada de seu tempero cultural.
Bairro mutante, cardápio atualizado, métodos de pagamento modernos, mas a alma? Ah, essa continua a mesma: raiz, verdadeira e inconfundivelmente mineira.
Conclusão
Se tem um lugar que simboliza a essência da cultura boêmia mineira, é o Bar do Orlando. São 106 anos de história, garçom que conhece o cliente pelo nome, peixe frito que atravessa gerações e um ambiente que respira tradição culinária mineira. E como se não bastasse, esse barzão ainda é ponto de encontro entre o passado e o futuro, orgulho de Santa Tereza BH e case de sobrevivência no coração da cidade.
Se você ainda não conhece, bora resolver esse vacilo já! E se conhece, partilha esse mimo com todo mundo porque notícia boa e estalando igual torresmo quentinho não pode ficar só contigo, né amor?
Você sabia que se não partilhar isso com suas amigas, 12 varas de pescar vão desaparecer misteriosamente do Ribeirão Arrudas? Culpa de quem? Da sua omissão! Vai e PARTILHA essa lenda viva antes que a tilápia vire fumaça e a cultura se perca tudo! Avisa no grupo da firma, da facul e até da família — esse escândalo merece tour completo!
