Ação de despejo movida por Ary Fontoura por aluguel atrasado envolve dívida de 131 mil no Rio de Janeiro, destacando 35 meses de atraso.
Você está sabendo do bafão? A Ação de despejo movida por Ary Fontoura por aluguel atrasado ganhou as páginas da Justiça e promete acender o debate sobre aluguel na Zona Oeste. Segundo a denúncia, o ator acusa 131 mil em débitos relativos a 35 meses de aluguel atrasado, com encargos vencidos desde março de 2024. A inquilina, que mora no imóvel desde 2016, afirma estar passando por dificuldades financeiras e busca maneiras de quitar a dívida, inclusive vendendo um imóvel para isso. Vem mais polêmica por aí, galera!
O contrato entre Ary Fontoura e a inquilina traz garantia locatícia de 18 mil reais, valor considerado insuficiente diante da dívida total, que já supera o montante da garantia.
De acordo com a ação, o ator tentou resolver a questão de forma amigável diversas vezes. Como etapa final antes de recorrer à Justiça, ele enviou uma notificação solicitando a desocupação do imóvel.
A resposta recebida por e-mail pela parte contrária alegou dificuldades financeiras e mencionou a tentativa de vender um imóvel para quitar a pendência, demonstrando o drama financeiro envolvido.
O processo aponta que Ary Fontoura busca uma liminar para que a inquilina desocupe o apartamento em 15 dias, com o mesmo prazo para quitar integralmente o débito, medida que evitaria a rescisão definitiva do contrato de locação.
Além disso, a defesa do ator pede que a Justiça condene a ré a arcar com as custas processuais e com os honorários advocatícios vencidos, reforçando a pressão financeira sobre a inquilina.
Para o mercado de locação na Zona Oeste do Rio, o caso acende discussão sobre garantias, prazos e estratégias de cobrança, sinalizando um cenário sensível para quem aluga imóveis na região.
Resumo: a ação de despejo movida por Ary Fontoura por aluguel atrasado coloca em evidência uma dívida expressiva de 131 mil, com 35 meses de aluguel atrasados e uma garantia locatícia de 18 mil que não cobre o débito. O desfecho dependerá da análise judicial sobre a urgência da desocupação, a legitimidade das cobranças e as condições financeiras da inquilina.
Chamada para ação: não fica de fora! comenta aí o que você faria nessa situação, compartilha com as amigas e faz a sua teoria sobre o desfecho. quanto mais gente ler, mais rápido chega a resposta — bora espalhar esse babado!
