Guns N’ Roses entrega show épico em SP, mas exagera na dose e divide opiniões
Meta Descrição Otimizada: Guns N’ Roses show São Paulo 2025 lota Allianz Parque com 3h10 de hits, hits novos e polêmicas. Veja tudo sobre o que rolou!
Galeeera, vem que tem! Tá sentado? Então segura esse babado: o Guns N’ Roses show São Paulo 2025 foi um tsunami de rock, suor e solos intermináveis que sacudiu o Allianz Parque no dia 25 de outubro. Com um público de cerca de 50 mil pessoas, Axl Rose e companhia chegaram rasgando com toda sua mística, energia e, sim, algumas polêmicas que deixaram muuuuita gente dividida. Foram mais de 3 horas de apresentação — 3h10 para ser exato! — misturando clássicos, novidades e alguns covers bem… questionáveis. Quer saber se o apetite da banda ainda é real ou se passou da medida? Cola aqui que a gente destrincha TUTTOOO.
A nostalgia reinou, mas o relógio não perdoou
O show começou pontual, mas parecia que nunca ia acabar. O setlist do Guns N’ Roses 2025 fez a alegria dos fãs antigos com pedradas como “Welcome to the Jungle”, “Sweet Child o’ Mine” e “November Rain” — sim, com direito a piano e chuva cenográfica. Mas também trouxe faixas novas, como “Hard Skool” e “Absurd”, que dividiram opiniões gerais da galera.
O problema? Com apenas um punhado de músicas inéditas em décadas, a banda empurrou o tempo com covers meio dispensáveis. Teve “Live and Let Die”, teve “Knockin’ on Heaven’s Door”… teve tudo. Mas precisava ter tudo isso mesmo?
Axl Rose surpreende com fôlego (quase) invicto
Axl Rose voz 2025: o babado é que ele entregou, viu? Depois de tantas críticas em turnês passadas, o frontman apareceu animado, pulando, dançando e interagindo com o público. A voz não estava totalmente impecável, mas segura o suficiente pra carregar o show em picos altos — e olha que não é pouca coisa segurar um palco por mais de três horas.
Slash foi o deus do riff — mas será que too much?
Agora atenção, porque se tem um nome que brilhou no Allianz Parque show Guns, foi ele: o homem, o mito, o chapéu! Slash botou fogo em São Paulo com seus solos longuíssimos e técnicos. Mas vamos combinar? Chegou uma hora que a plateia já tava pedindo um alívio do dedilhado eterno. Teve até quem comentou que parecia show solo no meio do da banda!
Line-up completo com sangue novo na bateria
Enquanto Duff McKagan mantinha o groove com sua pressão característica, o novo baterista Isaac Carpenter segurou bem a bronca em seu primeiro grande desafio oficial com a banda. O quarteto mostrou sintonia, mas também aquele ar de banda que já não arrisca tanto — entrega o esperado sem sair do trilho. Comodismo ou profissionalismo? Fica o dilema.
Excesso ou entrega? O tiro saiu pela culatra?
Olha… a performance do Guns N’ Roses em São Paulo foi épica. A produção estava grandiosa, visual impecável, repertório variado. Mas aquele overdose de duração — repetimos, 3h10 — deixou muita gente exausta literalmente. A leitura simbólica do nome da tour, “Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things”, pareceu um bilhete direto pro público: querecem mais? Aguentem mais!
Mas foi mesmo entrega demais, ou falta de filtro? A crítica ao show do Guns N’ Roses aponta pra um certo desapego ao timing e uma vontade de esticar demais uma festa que poderia ter sido mais enxuta e ainda espetacular.
Próximos capítulos da tour pelo Brasil
Depois dessa maratona em São Paulo, o Guns N’ Roses segue na turnê pelo Brasil, passando por Curitiba, Cuiabá e Brasília. Fica a expectativa: os próximos shows vão manter esse ritmo insano ou ajustar o cronômetro antes que a galera peça socorro?
Conclusão
O Guns N’ Roses show São Paulo 2025 foi sim um espetáculo de tirar o fôlego, mas também uma jornada para os fortes. Axl calou críticos com carisma e uma voz surpreendente, Slash brilhou com solos exuberantes (talvez até demais), e a banda inteira provou que ainda tem fome de palco. Porém, o excesso na duração e os covers duvidosos acenderam o alerta: será que o público quer quantidade ou qualidade? Fica a lição e o gosto agridoce de um show grandioso, mas que poderia ter sido lendário com um pouco menos de ego e mais edição.
Você sabia que, se não partilhar isso com pelo menos três amigas, a guitarra do Slash corre o risco de desafinar sozinha no próximo solo? É CIÊNCIA. Sou eu não, é dado empírico! Vai e partilha essa lenda pra manter o rock afinado, ein, COMMU-NIT-YYY!
