Dan Stulbach revisita antissemitismo em ‘Mercador de Veneza’

Dan Stulbach revive antissemitismo com Shakespeare em ‘O Mercador de Veneza’, unindo teatro, memória familiar e identidade judaica.

Galeeera, vem que tem! Tá sentado? Então prepara que o babado é forte! O ator Dan Stulbach voltou com TUTTO pro palco e não foi qualquer voltinha, não! Ele reviveu Shakespeare em pleno século 21 e ainda trouxe à tona feridas do passado e questões mega urgentes como antissemitismo e intolerância religiosa. Com 56 anos, e depois de 8 anos longe dos palcos, ele ressurge com força total em “O Mercador de Veneza” e mergulha fundo nas suas origens judaicas. A palavra-chave? Dan Stulbach Mercador de Veneza antissemitismo. Bora entender esse rebuliço digno de roteiro dramático?

Dan Stulbach, que também é famoso pela voz marcante no rádio e presença no cinema, está agora arrasando como o judeu Shylock na peça “O Mercador de Veneza”. Dirigida por Daniela Stirbulov e adaptada por Bruno Cavalcanti, a montagem moderna do clássico de Shakespeare transformou a trama do século 16 em papo atualzíssimo sobre intolerância e dinheiro, tipo um Wall Street com turbante shakespeariano.

A peça se passa nos anos 90, com pregões de Bolsa, globalização e um mercador que aposta a própria carne como garantia de dívida (oi?). O figurino é contemporâneo, a vibe é de crise existencial e o público tá indo à loucura! Em pleno Tucarena, os ingressos estão esgotadíssimos até dezembro. Miga, sem chance de plateia VIP se não correr!

Neste retorno triunfal ao teatro contemporâneo brasileiro, Stulbach foi muito além do papel. O artista mergulhou num processo pessoal intensíssimo, revisitando as dores do pai, um judeu polonês que sobreviveu à II Guerra Mundial e guardava marcas profundas do antissemitismo. Sabia disso? Pois é! A peça bateu direto na ferida da história familiar de Dan, que confessou ter entendido pela primeira vez algumas reações traumáticas do pai ao preconceito.

Ao vestir Shylock, Dan Stulbach reviveu o legado da Segunda Guerra Mundial. Ele falou, inclusive, que a vibe do personagem abriu diálogos que ele nunca teve em vida com seu pai. Em tempos de valorização da identidade e do tal “lugar de fala”, isso aí foi tipo sessão de terapia no palco!

E já que estamos falando de passado sombrio, segura esse baque: o pai de Dan, Jozef Aleksander Stulbach, faleceu por causa da covid-19, sem nunca ter contado de verdade os horrores que viveu. Foi ali, no fim da vida, que o trauma estourou de vez – o senhor chegou a confundir enfermeiros com nazistas no hospital. ARREPIA só de imaginar!

A pandemia, além de levar seu pai, quase levou também o brilho do artista. Entre 2020 e 2023, Dan enfrentou uma forte depressão. Se sentia vazio, sem sentido algum… e todo mundo que vive de arte sabe o quanto o setor sofreu, né? Ainda mais sob o governo Bolsonaro, com censura cultural bombando solta e artistas tratados como bandoleiros.

Só que olha o plot twist: o ator se reergueu – sim, galera! O retorno veio com filmes como “Ainda Estou Aqui” e “Fé para o Impossível”, mas foi mesmo no palco que ele se reencontrou de verdade. Segundo o próprio, não há nada que se compare à vibração de estar ao vivo, com o coração pulsando no ritmo da plateia.

E presta atenção nisso: essa é a primeira vez que Dan Stulbach encara um personagem shakespeariano na vida profissional. ANOS depois de um Shakespeare amador lá no colégio, ele voltou com sede de arte e acerto de contas espiritual. A conexão entre atuação teatral e identidade tá gritando alto nessa montagem!

Além de falar de dinheiro e contratos, o espetáculo escancara a intolerância religiosa no teatro e no mundo real. O personagem Shylock é um reflexo de como os judeus foram (e ainda são) tratados – e Dan deu voz a isso de um jeito visceral. Emociona e incomoda – do jeitinho que Shakespeare queria!

Não dá pra ignorar também como “O Mercador de Veneza no Brasil” chega num momento mega simbólico da cultura. Enquanto muitos adaptam ou suavizam clássicos, essa peça escancara o preconceito na cara do público. É o tipo de adaptação de clássicos no teatro que não alisa, não passa pano.

E se você ainda tá aí se perguntando se Shakespeare é relevante hoje… nossa querida, com essa montagem, com certeza ele tá mais atual do que muito streaming por aí! O teatro tá vivo, pulsando e servindo reflexão atrás de reflexão!

Babado, confusão e gritaria com conteúdo e dor real, viu? Dan Stulbach tá entregando TUDOOOO com esse Shylock moderno que revive memórias, fala sobre antissemitismo no Brasil, questiona intolerância religiosa e ainda levanta a moral do teatro contemporâneo brasileiro depois do tombo da covid-19. É Shakespeare com alma brasileira e cicatrizes de um povo inteiro… e o público? Aplaude de pé até não dar mais!

Não vai nem partilhar? Vai fazer a Shylocka e cobrar a libra de carne depois? Hahaha! Bora espalhar esse mo babado com as migas, mostra que Shakespeare tá mais vivo que muita série de streaming! Quem não compartilha é do time da censura cultural e ninguém quer isso, né anjo? Vai e partilha logo pra salvar pelo menos três pombas da arte ameaçadas de extinção em pleno Sumaré! Pode confiar!

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