Ritchie pop rock dos anos 80 vive de música aos 74, com bastidores, hits e causas culturais no Brasil.
Ritchie pop rock dos anos 80 volta à cena com energia renovada, apresentando a turnê “E a vida continua…”. Sob a curadoria de Jorge Espírito Santo e a direção artística de Alexandre Arrabal, o show desembarcou no Espaço Patrick Ribeiro com banda ao vivo e estética futurista. O inglês que adotou o Brasil como morada, convidado por Rita Lee, relembra hits icônicos enquanto revela bastidores de uma trajetória que atravessa décadas.
Sob a batuta da produção, a apresentação abriu mascarado, com flauta e grande forma, executando Casanova, tema de novela, seguido por Pelo Interfone, Transas — seu maior sucesso — e A Vida Tem Dessas Coisas, entre aplausos calorosos. A plateia saiu dos sofás para dançar, celebrando a energia de uma década que continua a inspirar rádios e palcos.
Homenagens aos Mutantes e Secos & Molhados marcaram a noite, reforçando a conexão entre memória e presente. Entre uma rima e outra, ele destacou que viver de música aos 74 é motivo de festa, destacando a importância de turnês que mesclam nostalgia com novidades sonoras.
No Dia Mundial da Reciclagem, a pauta ambiental convidou o público a pensar além do palco: o Brasil recicla apenas 4% do plástico, e isso acende o debate sobre políticas públicas de cultura, economia criativa e responsabilidade ambiental. Incentivos à cultura, como leis de incentivo, surgem como motores para manter produção musical e ações culturais viáveis em longo prazo.
No próximo dia 13, o amor entra em campo para apoiar mais de 60 jovens em Santa Maria de Jetibá, com jantar beneficente ao Pró Physical Esporte Clube. O cantor Samuel Quintino, em SP, embala a noite com um buffet especial, ressaltando que parcerias público-privadas cultura/esportes fortalecem projetos sociais e políticas públicas de inclusão.
Vernissage da exposição Identidade Cultural Capixaba, em Vila Velha, celebra aniversário de Vila Velha com a crônica visual da cidade. O Hospital Evangélico de Vila Velha investe no Banco de Olhos para ampliar transplantes, evidenciando como gestão de saúde ocular se cruza com a cultura local e a educação ambiental.
Entre festas, encontros e shows, a cena capixaba respira inovação, cultura e sustentabilidade. Enquanto o público curte, a narrativa reforça que cultura e políticas públicas caminham juntas para alimentar museus, teatros e iniciativas ecológicas que refletem o espírito da cidade.
Resumo: Ritchie pop rock dos anos 80 retorna com energia, memórias e ações sociais que conectam música, cultura e políticas públicas. O público vibra, lembrando que o legado pode ganhar novas formas de expressão e impacto.
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