Rui Rezende Roque Santeiro: o Lobisomem revela como a fama o moldou, saúde, solidão e a arte de envelhecer.
Introdução
Rui Rezende Roque Santeiro, o ator de 87 anos que ficou para a história como o Lobisomem da novela Roque Santeiro (1985), abre a sua vida nesta estreia da série Envelhecer é uma arte, no YouTube do EXTRA. Nesta entrevista, ele revela que momentos simples — um café, uma partida de futebol, um bom filme — carregam mais significado do que qualquer aplauso. O caráter reservado dele sempre marcou o modo como ele lida com a fama: sem chamar atenção, apenas seguindo o seu próprio ritmo.
Ele explica que nunca fez muitos amigos no meio artístico, apenas colegas com quem dividia as cenas. Essa timidez, aliada ao talento, refletiu no Lobisomem Roque Santeiro que interpretou, cuja aura de mistério se tornou parte da sua assinatura.
Sobre a idade, Rui Rezende Roque Santeiro afirma que os dramas diminuíram e que a leitura tem sido uma aliada. Um filme recente, baseado numa peça que ele mesmo escreveu nos anos 80, traz de volta a força criativa dele e prova que a carreira ainda respira.
A saúde permanece boa e ele revela ter mantido uma dieta sem carne vermelha há 50 anos, prática que, segundo ele, ajudou a manter o corpo em bom ritmo para os trabalhos. A rotina simples, o café, o futebol e o cinema são o que o fazem seguir em frente com leveza.
Conteúdo
Rui comenta sobre o cotidiano no Retiro dos Artistas, onde vive. A solidão aparece, sim, mas ele a encara como parte da jornada de envelhecer com dignidade. O ator valoriza as amizades verdadeiras, a tranquilidade que vem com a idade e a coragem de sonhar, sempre.
Envelhecer é uma arte para ele, uma forma de manter a curiosidade ativa e a chama criativa acesa. Mesmo diante das dificuldades, ele continua firme, mantendo a curiosidade para novas histórias e a alegria de contar as velhas com novas nuances.
O Lobisomem de Roque Santeiro representa muito mais do que uma personagem marcante: é um símbolo de como o ator encara a passagem do tempo sem perder a essência. A obra que o levou ao estrelato permanece viva na memória do público, e a trajetória dele continua a inspirar quem busca envelhecer com dignidade e propósito.
Além disso, o retorno da lembrança de uma peça dos anos 80, que gerou um filme recente, mostra que a criatividade não envelhece. A cada entrevista, a história de Rui Rezende Roque Santeiro reforça a ideia de que a vida pode ser rica em pequenas paixões — um bom café, uma partida de futebol, um bom filme — e que esses elementos moldam quem ele é hoje.
Conclusão
Resumo dos pontos: Rui Rezende Roque Santeiro é um exemplo de como a fama pode coexistir com reserva e autenticidade. O Lobisomem de Roque Santeiro mostra que envelhecer pode ser uma arte, com saúde, amizades reais, e sonhos que não morrem com o tempo. O Retiro dos Artistas aparece como cenário de uma vida que continua criativa, serena e dedicada à arte.
Call to Action
Agora é com você, gata: comenta aqui qual parte dessa conversa mais te surpreendeu, compartilha com as amigas e não deixa o babado morrer no grupinho. Se não compartilhar, juro que a fofoca dorme de perninhas cruzadas e a nossa vibe perde o ritmo! Vai lá, partilha já pra manter esse mania de envelhecer com arte viva na comunidade!
