Philippine Leroy-Beaulieu brilha no cinema brasileiro em “100 dias”

Meta Descrição Otimizada: Philippine Leroy-Beaulieu estreia no cinema brasileiro e fala sobre feminismo, envelhecer com estilo e maternidade solo. Vem ver esse babado!

Galeeera, vem que tem! Tá sentado? Porque o bapho é quente: Philippine Leroy-Beaulieu, a eterna Sylvie de “Emily em Paris”, acaba de desembarcar nas telonas do Brasil, estrelando um filme nacional e dando o que falar! A musa francesa, ícone de moda, atitude e empoderamento, chega com tudo ao cinema brasileiro interpretando ninguém menos que a mãe do navegador Amyr Klink em “100 dias”. E não para por aí: Philippine abre o jogo sobre feminismo, maternidade solo, amores na maturidade e até relacionamento aberto. O mundo gira, e a francesa gira junto — sempre com classe, vinho na mão e uma pitada de polêmica.

Do Sena para o Atlântico Sul: Philippine em filme nacional!

Sim, é real: a atriz francesa mais icônica dos streamings está oficialmente no cinema brasileiro! Em “100 dias”, novo longa de Carlos Saldanha, Philippine Leroy-Beaulieu interpreta Asa, a mãe do lendário Amyr Klink, retratando com emoção e firmeza o papel de uma mulher que apoia o filho numa aventura épica — a travessia do Atlântico Sul a remo.

“Adorei essa personagem! Interpretar a mãe do Amyr foi um presente. E amei trabalhar com o Carlos, super gente boa, e com o Filipe Bragança e o João Vitor Silva, talentosíssimos!”, contou animadíssima a atriz. Esse filme brasileiro com atriz francesa promete emocionar e se tornar queridinho da temporada.

De Sylvie à vida real: casamento aberto? Não pra ela!

Se você acha que Philippine Leroy-Beaulieu é a versão da vida real da poderosa Sylvie de Emily em Paris, errou feio, errou rude! Mesmo com várias semelhanças de estilo e presença, a atriz garante que tem suas diferenças da personagem – especialmente no quesito relacionamento aberto.

“Não acredito em relações abertas. Sou mais do time ‘cada um na sua casa’, sim – mas ainda assim compartilhando a vida. Preciso do meu espaço, mas também gosto de amar em dupla”, confessa ela. E sobre namorar homens mais jovens? “Mais jovens, ok. Superjovens… aí já é demais pro meu gosto (risos).”

Philippine: feminista que ama os homens (e detesta polarização)

No auge dos 62 anos, Philippine é puro charme e sabedoria — e está longe de entrar em estereótipos. Se declara feminista, mas do tipo que valoriza o equilíbrio: “Sou feminista, mas não gosto desse novo feminismo que prega ódio aos homens. Eu amo os homens e acredito numa sociedade que inclua ambos os gêneros.”

Sobre o momento atual da sociedade? Ela manda a real: “O mundo tá todo preto e branco. Tudo polarizado. Cadê o meio-termo, gente? Precisamos de menos haters e mais cérebro funcionando!”. Avisou e tá avisado!

Maternidade solo e autoestima sem frescura

E quando o assunto é maternidade, Philippine mostra que além de atriz de alto nível, também é mãe raiz. Criou a filha, Taïs, sozinha desde os três meses de idade, fazendo o papel de mãe e pai.

“Foi puxado, mas é o que mães fazem. Ditas regras, abraçam, cuidam, são tudo ao mesmo tempo. Às vezes cansa? Muito. Mas também foi incrível. Minha filha é maravilhosa”, diz ela com orgulho. É essa vibe autoconfiança feminina que a mantém tão admirada por mulheres de todas as idades.

Sylvie: rainha parisiense que amolece o coração

Na última temporada de “Emily em Paris”, a personagem de Philippine mostrou seu lado sensível, quase maternal, ao incentivar Emily a mudar de emprego. “Ali nasce o verdadeiro amor da série: Emily e Sylvie. Um tipo de maternidade que brota na amizade, sabe?”

E ela garante que conhece muitas Sylvies da vida real, principalmente nos anos 80 e 90, mulheres fortes que precisaram endurecer para conquistar espaço num mercado dominado por homens – *alô, mulheres maduras na mídia!*.

Moda, elegância… mas zero esnobe!

Com uma mãe que foi compradora da Dior e um pai ator renomado, Philippine cresceu entre arte, moda e cultura francesa, transitando perfeitamente entre os dois universos. E mesmo assim ela garante: esnobe ela não é – só com lugares feios, diz, rindo.

O estilo que carrega na vida e nos papéis é algo natural. E quando o assunto é aparência e pressão estética, ela dá a dica de ouro: “Perfeição é aceitar a imperfeição. Todo mundo tem monstros e coisas boas dentro de si. É nisso que está a beleza.”

O Brasil? Amor antigo e verdadeiro

A relação de Philippine Leroy-Beaulieu com o Brasil começou lááá em 1985, e só ficou mais intensa. Ela, que fala português fluentemente, já passou por Ubatuba, Canoa Quebrada, Rio e até fez uma road trip com a filha pequena. “Amo o Brasil”, declara sempre que tem oportunidade. E agora sim: finalmente fazendo parte de um filme brasileiro. Tava mais do que na hora!

Conclusão

Philippine Leroy-Beaulieu não cansa de nos surpreender! Desde o estrelato como Sylvie até sua estreia impactante no cinema brasileiro, essa mulher de 62 anos mostra que autenticidade, charme e verdade não têm idade. Com visões fortes sobre feminismo, autoestima, maternidade e amor, ela representa uma nova era de representação feminina no cinema — aquela que é real, complexa e, acima de tudo, inspiradora.

Você sabia?

Você sabia que se não partilhar esse babado real oficial agora, as vinhas francesas vão secar todinhas até o próximo verão e vamos viver um apocalipse sem vinho nem baguete? Não fui eu que disse, foi Madame Destino! Vai, compartilha logo com a galera e salva a elegância do planeta, mon amour!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *