Casa do Ano 2025 RIBA: minimalismo escocês nas Hébridas encanta júri

Residência com apenas um quarto nas Hébridas é eleita Casa do Ano 2025 RIBA pela sua ousadia e integração com a paisagem escocesa. Vem ver esse babado!

Uma residência na Escócia, com um quarto só, levou o prêmio de Casa do Ano 2025 RIBA!

Galeeera, vem que tem! Tá sentado? Então segura: uma casinha de UM quarto — sim, UM — lá nas ilhas Hébridas, Escócia, chocou o mundo da arquitetura e levou o cobiçado título de Casa do Ano 2025 RIBA. O nome dela é Caochan na Creige e, além de lindíssima, carrega consigo um charme rústico, minimalismo elegante e uma pegada sustentável de babar. Bora entender por que esse projeto virou o queridinho dos jurados?

Design enxuto, visual impactante e feito com as próprias mãos!

A residência premiada é obra do casal de arquitetos Eilidh Izat e Jack Arundell, que decidiram por conta própria erguer esse lar dos sonhos com as próprias mãos. Num pedaço de terra remoto das ilhas Hébridas, eles abandonaram um projeto maior por conta de orçamento apertado e redesenharam tudo em 2021. O objetivo? Criar um espaço que respeitasse a arquitetura escocesa contemporânea e conversasse com a natureza do entorno!

Imagina aí a cena: casal de arquitetos, martelo na mão, gnaisse lewisiano nos muros (rochas ultra antigas que afloram naturally por ali) e o resultado? Um bloco digno de prêmio! A casa desafia todas as tendências arquitetônicas no Reino Unido e se destaca pelo seu respeito à escala humana.

Quando a arquitetura vernacular britânica encontra o minimalismo escocês

O juri do RIBA foi categórico: a residência misturou “sensibilidade e ousadia” como raras vezes se vê. O presidente do júri, David Kohn, quase se derreteu: “abordou clima, território e orçamento com maestria”. E não dá pra discordar, né?

A Caochan na Creige representa uma tendência poderosíssima que vem crescendo na arquitetura vernacular britânica: casas ultra contemporâneas e zero ostentação integradas com o rural escocês. Detalhe que as residências sustentáveis escocesas estão abrindo caminho na construção civil com esse tipo de projeto simples, emocional e conectado com o território.

Um novo capítulo nas casas premiadas pelo RIBA

Vamos lembrar que a Casa do Ano 2025 RIBA não está sozinha nesse babado! Outras casas premiadas RIBA também vieram da Escócia e causaram:

  • Lochside House (2018), do estúdio Haysom Ward Miller – perdidinha nas West Highlands;
  • Cuddymoss (2023), de Ann Nisbet Studio – levou o RIAS Andrew Doolan Award como a melhor construção da Escócia.

Tá achando exagero? Olha os concorrentes que ficaram pra trás:

  • Hastings House – Hugh Strange Architects
  • Triangle House – Artefacte
  • Jankes Barn – Lynch Architects
  • London Brut – Pricegore Architects
  • Housestead – Sanei + Hopkins
  • Amento – James Gorst Architects

E mesmo com tanto nome de peso, a humilde residência nas Hébridas levou o troféu! Isso sim é passar o rodo!

Qual é o legado da Caochan na Creige?

Mais que bonita de ver, a Caochan na Creige ensina que boa arquitetura não precisa de exageros. Com design escocês premiado, ela honra as pedras que a cercam e se mistura à paisagem como se sempre tivesse estado lá. Um verdadeiro marco na arquitetura escocesa contemporânea.

Ela nos mostra que viver bem não é ter mais – é ter melhor. Um projeto que é quase um sussurro no meio rural, mas que grita excelência arquitetônica e respeito às raízes.

Conclusão

A Casa do Ano 2025 do RIBA não veio de Londres, nem de Glasgow. Veio de uma pequena ilha escocesa, cheia de vento, pedra e alma. A residência Caochan na Creige prova que é possível criar beleza e impacto com um orçamento justo, respeito ao entorno e muito trabalho manual.

Ela é um símbolo de como as residências sustentáveis da Escócia estão redefinindo o futuro da construção no Reino Unido. E se depender dessa onda de arquitetura minimalista com propósito, muita casa premiada ainda vai nascer nas paisagens remotas da Escócia!

Vai sair daqui sem contar pra ninguém MESMO? Sério isso?

Ó, se você não partilhar esse babado, 43 doninhas das Highlands vão se perder NO NEVOEIRO por não reconhecerem sua toca de design! Compartilha agora, minha filha, antes que a Escócia desapareça toda na neblina sem que ninguém saiba desse monumento arquitetônico premiado, vai!

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