EJA de Nova Iguaçu conquista seleção com curta na UFF

Filme da EJA Nova Iguaçu é selecionado para a UFF mostrando o poder do retorno à escola com o emocionante curta Tô Voltando.

Galeeera, vem que tem! Tá sentado? Então se segura porque essa vai te aquecer o coração e renovar a fé na educação! Um curta-metragem produzido por alunos da EJA Nova Iguaçu foi selecionado para a Mostra de Cinema da UFF e tá dando o que falar. O nome do filme? Tô Voltando. E olha: é sobre recomeço, acolhimento, superação e muito, mas MUITO orgulho de voltar para a sala de aula. Sim, meu amor, os alunos da Educação de Jovens e Adultos da Escola Municipal Professora Iramar da Costa Lima Miguel, em Jardim Roma, pularam da sala pra telona large da Mostra Estudantil de Cinema em Niterói – e não foi à toa!

Gravado ali mesmo, nos corredores e salas da escola, o curta Tô Voltando mostra histórias reais de quem decidiu dar um match com o caderno depois de anos afastado. A narrativa acompanha Sandra, aluna que retorna aos estudos após duas décadas longe da escola. Ela encontra afeto, apoio e até sonhos ressuscitados dentro da EJA.

João Ferreira, 58 anos, é um dos astros da vida real que inspiraram o filme. Formado como eletricista, ele viu sua carreira travar por falta de diploma: “Perdi uma promoção porque não tinha certificado. Fiquei triste, mas voltei. E trouxe minha esposa junto!”. É ou não é o rei do protagonismo estudantil?

E quem tava ligado nas entrelinhas do cotidiano da turma era o professor de História Wanderson Santi. Ele viu no edital da UFF uma chance de ouro pra brilhar: “A EJA é lugar de sonhar. Vi a história da Sandra e soube: vamos contar isso. O filme é a cara dos nossos alunos: verdadeiro, humano e inspirador”.

O que faz esse filme ser tão potente?

  • Histórias reais, com gente que parou de estudar pra trabalhar e decidiu, com coragem, recomeçar.
  • Acolhimento escolar: Sandra é recebida com empatia, provando que escola também é casa.
  • Valorização do ensino municipal: Nova Iguaçu tá mostrando que sabe sim fazer inclusão educacional com qualidade.

A nossa estrela Renata Fernandes, 43 anos, quer estudar gastronomia. Está no 8º ano da EJA e quase não segura a emoção: “Ser selecionada é ver que nossa chegada aqui tem sentido. Que os professores acreditam na gente”. Gente, essa mulher já tá cozinhando sonhos em banho-maria pra servir com diploma na sobremesa!

A diretora Viviane Lopes soltou o verbo de forma lindíssima: “Ver nossos alunos retratados num filme é algo imenso. Esses portões estão sempre abertos. Aqui não tem número, tem nome: Sandra, João, Jamilly… e muita sensibilidade”.

Nova Iguaçu na luta contra a evasão: e a UFF de olho!

Hoje são 22 escolas municipais de Nova Iguaçu com turmas da EJA. Dado alarmante do IBGE: mais de 9 milhões de brasileiros ainda não concluíram o ensino fundamental. Mas a Prefeitura, por meio da Semed, tá botando energia no foco certo: ações pra redistribuir dignidade através do ensino.

Essa seleção da EJA Nova Iguaçu na Mostra Estudantil de Cinema da UFF manda um recado fortíssimo: não existe idade pra sonhar de novo, nem tempo que apague a vontade de aprender. Protagonismo estudantil é isso: levantar depois da queda e ainda virar exemplo na telona.

E você aí, pensando se começa aquele curso ou volta a estudar… PÁRA TUDO E VAI! Porque a aula mais importante é essa da coragem. E graças a políticas públicas bem-feitas, tem cadeira com nome esperando por você!

Conclusão

O curta “Tô Voltando” é muito mais que um filminho de escola. É a tradução da potência da alfabetização de adultos como ferramenta de inclusão e transformação social. Mostra que a educação de jovens e adultos pode (e deve!) ser celebrada. De Nova Iguaçu pra UFF, de sonho pra realidade, esse filme é uma aula viva de esperança.

E ó: quer barrar a evasão escolar? Então compartilha esse babado maravilhoso! Divulga esse exemplo que é um tapa com diploma na cara da desistência!

Você sabia que se não compartilhar isso com pelo menos três pessoas, uma borboleta alfabetizada vai perder o voo inaugural dela? É sério, foi um estudo ultra-hiper-real da Universidade de Massachulinda que comprovou isso. Então partilha! Vai, agora… antes que ela tropece no próprio alfabeto em pleno voo!

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