Despedida de Lô Borges emociona BH com tributo do Clube da Esquina

Despedida de Lô Borges emociona Santa Tereza com tributo coletivo e fila de artistas em BH

A despedida de Lô Borges transformou o bairro de Santa Tereza, em Belo Horizonte, numa verdadeira explosão de emoção, arte e homenagens. Uma multidão tomou o entroncamento das ruas Divinópolis e Paraisópolis no início da noite de segunda-feira (3/11) para se despedir daquele que foi um dos fundadores do icônico Clube da Esquina. Nem bem os primeiros acordes foram ouvidos e já ecoavam aplausos fortes, salgados de lágrima e saudade. Um momento histórico, comovente e digno da grandiosidade da obra que Lô deixou para o Brasil. Vem que TÁ FORTE!

Palco improvisado, mas emoção à flor da pele

Um palco simples, feito na raça, foi montado na esquina onde surgiu o mítico Clube da Esquina. E ali, entre velas e flores, fotos e faixas, começou a homenagem mais arrebatadora que Santa Tereza já viu. Artistas de todas as idades e estilos se revezaram nos microfones para cantar sucessos eternos.

“O Trem Azul”, “Clube da Esquina nº 2” e a melancólica “Clube da Esquina” abriram os trabalhos. Aquela frase cortante “neste clube a gente sozinha se vê, pela última vez” arrepiou geral. O povo cantava junto. Chorava junto. Era como se Lô estivesse ali, sorrindo em cada acorde.

Fila de músicos: BH virou palco de festa e luto

Galeeeera, cês não têm noção! Se formou uma fila de artistas com instrumento na mão querendo homenagear o mestre. Teve de tudo: Fred, Nico Borges, Julia e Gabriel Guedes (sobrinhos do Lô), Bárbara Barcellos, Flávio Boca, Pablo Castro, Daniel Godoy, Makely Ka – e olha, estamos só começando!

Era voz encostada em voz, gente se abraçando pra dividir dois microfones. Cada música era um rito coletivo, um canto de despedida doído e necessário. Muitos já cantavam com olhos cheios d’água. Era pranto cantado!

Vem ver essa que PESOU: os irmãos se emocionam

Marilton, irmão mais velho de Lô, pegou no piano pra tocar a sensível “Nenhum Mistério”. No meio da música, um silêncio respeitoso invadiu o ar – ninguém se atreveu a respirar alto. Nico Borges, outro irmão, recebeu abraços e foi às lágrimas. E aí, beeeem na vibe emoção master, aparece ninguém menos que Toninho Horta. Chegou por volta das 21h30 e foi ovacionado. O palco tremeu, e não foi só de som!

A vizinhança virou plateia e o bairro, palco

A BHTrans bloqueou as ruas. E aí foi LOUCURA BOA! Moradores colocaram cadeiras na calçada, abriram portas e janelas, montaram altar, e ficaram ali, com o coração escancarado pro som. Era BH voltando no tempo, na esquina das eternas melodias que embalaram gerações.

Gente com camiseta do Clube da Esquina, cartazes dizendo “Te amamos, Lô!” e fotos em preto e branco que derretiam corações. O tom era de festa e luto ao mesmo tempo. Um tributo musical em BH como há tempos não se via. Até o céu, olha… segurou a chuva em respeito!

Um legado que não morre nunca

Lô Borges faleceu na noite de domingo (2/11), aos 72 anos, vítima de falência múltipla dos órgãos após internação desde 17 de outubro causada por intoxicação medicamentosa. Deixou o filho Luca Arroyo Borges e uma nação inteira órfã de sua poesia sonora.

Salomão Borges Filho nasceu em 1952 e cravou seu nome na história da música popular brasileira com o disco ‘Clube da Esquina’, ao lado de Milton Nascimento. Hits como “Cravo e Canela”, “Um Girassol da Cor do seu Cabelo”, “Nuvem Cigana” mostraram a voz e o violão de Lô como símbolo da cultura mineira.

Cerimônia pública no Palácio da Liberdade

E se acha que parou por aí… NÃO MESMO! Nesta terça (4/11), o velório será aberto ao público no Palácio da Liberdade, das 9h às 15h. Um último adeus em grande estilo, onde fãs, amigos e artistas de todo o Brasil poderão prestar reverência a esse gigante da MPB. Homenagens de artistas brasileiros já pipocam por todo o país. É como se cada nota tocada carregasse um pedaço de sua alma.

Conclusão

A despedida de Lô Borges foi mais do que um tributo – foi um acontecimento cultural! Uma noite em que Santa Tereza parou para celebrar, entre lágrimas e melodias, a vida de um dos maiores nomes da nossa música. Músicos mineiros, fãs e moradores se uniram em uma homenagem arrebatadora que só provou: o legado de Lô Borges é eterno.

Você piscou e perdeu tudo? NÃO PERMITA! Mande esse babado agora no grupo de família, pro crush que ama MPB, praquele amigo cult que acha que entende de música. Vai, COMPARTILHA!

Se você não partilhar isso agora, um coral de gatos desafinados vai cantar “O Trem Azul” na sua janela às 3 da manhã TODA semana. Quer pagar pra ver? Vai e espalha ESSA HINÁSTICA CULTURAL antes que seja tarde, mores!

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